No último ato antes do 1º turno, Lula diz que enfrenta "chefe de quadrilha"
Candidato à reeleição, presidente participou de caminhada em São Paulo

Foto: Ricardo Stuckert /PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, afirmou neste sábado (3) que seu grupo político enfrenta um “chefe de quadrilha” e o crime organizado nas eleições de 2026.
“Vamos às urnas amanhã com muita tranquilidade sabendo o que está em jogo. De um lado a democracia e a soberania, do outro lado a barbárie e a corrupção. Do outro lado nós estamos trabalhando com um chefe de quadrilha. Estamos trabalhando contra crime organizado”, disse.
A declaração foi feita durante uma caminhada em São Paulo, último ato de campanha antes do primeiro turno, sem que o petista tivesse citado nominalmente o principal adversário dele, o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Na sequência, Lula pediu que os apoiadores não encerrassem a mobilização com o último ato e procurassem eleitores para convencê-los a votar.
“A partir dessa passeata ninguém descansa. É preciso conversar com as pessoas na rua, no bar, na igreja, no comércio para que a gente convença todo mundo a ir votar”, afirmou.
Previdência e caso Master
Durante o ato, Lula também associou o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro a irregularidades na Previdência.
Segundo o petista, integrantes de seu governo foram responsáveis por prender o que chamou de “quadrilha da Previdência”, que, em sua avaliação, teria sido criada durante a gestão Bolsonaro.
Lula também mencionou o caso envolvendo o Banco Master e afirmou que seus adversários estariam preocupados com novas revelações sobre o episódio.


