'Núcleo 3' da suposta tentativa de golpe deve ser julgado na terça-feira (20)

11 militares do Exército e um policial federal supostamente envolvidos nas ações compõem tática

Por Da Redação
Ás

Atualizado
'Núcleo 3' da suposta tentativa de golpe deve ser julgado na terça-feira (20)

Foto: Reprodução/Antonio Augusto/STF

O Núcleo 3 dos acusados por planejar um golpe de Estado, deve ser julgado na terça-feira (20) e na quarta-feira (21). Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), que oferece a acusação contra os suspeitos, 11 militares do Exército e um policial federal supostamente envolvidos nas ações táticas da tentativa de golpe compõem o núcleo 3 das investigações.

Confira os 12 denunciados que serão julgados no Núcleo 3:

-Bernardo Romão Correa Netto (coronel);
-Cleverson Ney Magalhães (tenente-coronel);
-Estevam Theophilo (general);
-Fabrício Moreira de Bastos (coronel);
-Hélio Ferreira (tenente-coronel);
-Márcio Nunes De Resende Júnior (coronel);
-Nilton Diniz Rodrigues (general);
-Rafael Martins De Oliveira (tenente-coronel);
-Rodrigo Bezerra De Azevedo (tenente-coronel);
-Ronald Ferreira De Araújo Júnior (tenente-coronel);
-Sérgio Ricardo Cavaliere De Medeiros (tenente-coronel);
-Wladimir Matos Soares (policial federal).

A primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF) começara a ouvir as testemunhas de acusação e defesa do chamado Núcleo 1, formado pelo primeiro escalão do governo de Jair Bolsonaro (PL), nesta segunda-feira (19). O depoimento do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, é um dos mais aguardados pelo judiciário  e deve acontecer na quinta-feira (22), às 8h.

Os depoimentos da acusação e defesa devem ser recolhidos para embasar os dois lados. A previsão é de que as oitivas se estendam até o dia 2 de junho, com possibilidade de prorrogação.

A Defesa de Bolsonaro solicitou que fosse adiado o início das audiências, sob a justificativa que há um grande volume de provas apresentadas no processo e que enfrenta dificuldades técnicas para acessar integralmente os arquivos, mas o ministro Alexandre de Moraes negou o pedido e defendeu que os advogados tiveram tempo hábil para se preparar desde a abertura da ação penal.

As 82 testemunhas de defesa dos réus devem ser ouvidas a partir de 23 de maio. Entre os nomes constam políticos, militares das Forças Armadas, policiais, procuradores e servidores públicos de diferentes esferas.

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