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Vídeo: Oito pessoas são investigadas por agressão brutal contra capivara no Rio

Seis homens foram presos e dois menores apreendidos por participação no ataque

Por Da Redação
Às

Atualizado
Vídeo: Oito pessoas são investigadas por agressão brutal contra capivara no Rio

Foto: Divulgação

Seis homens foram presos e dois menores apreendidos neste sábado (21) após uma agressão brutal contra uma capivara na região da Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio de Janeiro. O crime, que gerou forte repercussão, foi registrado por câmeras de segurança durante a madrugada.

De acordo com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, os oito envolvidos são moradores da comunidade do Guarabu e foram identificados após análise das imagens e denúncias de moradores. Equipes da 37ª DP realizaram buscas na região ainda pela manhã e localizaram o grupo.

As imagens mostram a sequência da violência: a capivara aparece sendo perseguida por vários homens, que utilizam pedaços de madeira para agredir o animal. Em determinado momento, o animal tenta escapar, mas cai após sucessivos golpes e continua sendo atacado mesmo sem conseguir reagir.

Segundo o delegado Felipe Santoro, responsável pelo caso, a ação foi intencional e demonstra extrema crueldade: “Trata-se de um crime brutal, que choca a sociedade. Verificamos que o animal estava no local sem oferecer qualquer risco. Ainda assim, foi deliberadamente atacado. Eram oito pessoas contra um animal completamente indefeso”, afirmou

A capivara foi localizada por equipes da patrulha ambiental por volta das 12h30 e encaminhada para atendimento especializado em um núcleo veterinário. O animal, um macho adulto com cerca de 64 quilos, segue sob cuidados.

Os seis adultos foram levados para a delegacia, onde permanecem presos e devem responder por crimes como maus-tratos, associação criminosa e corrupção de menores. Já os dois adolescentes foram encaminhados ao Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase), onde responderão por atos infracionais análogos. A polícia destacou que o caso segue em investigação e não descarta a possibilidade de identificar outros envolvidos.

Confira o vídeo abaixo

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