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Padilha condena ataque dos EUA à Venezuela e oferece apoio do SUS: "Queremos paz"

Ministro da Saúde afirma que Brasil está preparado para atender impactos humanitários do conflito na fronteira com a Venezuela

Por Da Redação
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Padilha condena ataque dos EUA à Venezuela e oferece apoio do SUS: "Queremos paz"

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, condenou neste sábado (3) o ataque militar realizado pelos Estados Unidos contra a Venezuela e afirmou que o Brasil está à disposição para prestar atendimento de saúde a possíveis feridos em decorrência da ação. A declaração foi realizada por meio de publicação na rede social X (antigo Twitter).

Ao comentar o episódio, Padilha destacou a defesa da paz e criticou o uso de força militar. “Nós, do Ministério da Saúde, sempre queremos e trabalhamos pela paz. Nada justifica conflitos terminarem em bombardeio”, escreveu.

Segundo o ministro, o Brasil já vinha lidando com reflexos da crise venezuelana, especialmente no estado de Roraima, que faz fronteira com o país vizinho. De acordo com ele, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem absorvido parte desses impactos, sobretudo na rede pública local.

Padilha afirmou ainda que, diante do agravamento do cenário, o governo brasileiro adotou medidas preventivas para minimizar efeitos do conflito sobre a saúde pública nacional. “Desde o início das operações militares no entorno do país vizinho, preparamos a nossa Agência do SUS, a Força Nacional do SUS e nossas equipes de Saúde Indígena para reduzirmos, ao máximo, os impactos do conflito na saúde e no SUS brasileiro”, declarou.

“Que venha a paz! Enquanto isso, cuidaremos de quem precisar ser cuidado, em solo brasileiro”, acrescentou o ministro.

Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que forças norte-americanas bombardearam a Venezuela. Segundo informações divulgadas, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a primeira-dama, Cilia Flores, teriam deixado o território do país. Até o momento, não há confirmação oficial sobre o paradeiro de Maduro.

A ofensiva norte-americana ocorre após meses de ameaças e pressão militar na América Latina e no Caribe, sob a justificativa de combate ao tráfico de drogas. Até o momento, no entanto, o governo dos Estados Unidos não apresentou provas que vinculem diretamente o governo venezuelano ao tráfico de entorpecentes.

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