Pagode do Nego Bom: projeto paralelo do cantor Negão Jamaica lança primeira música autoral!
Aos detalhes...

Foto: Divulgação
Depois de uma trajetória construída ao longo de décadas na música baiana, Negão Jamaica dá início a mais um capítulo de sua carreira. O cantor acaba de apresentar ao público o Pagode do Nego Bom, projeto que vai caminhar em paralelo à sua atuação como vocalista da Companhia do Pagode e que chega trazendo uma proposta conectada às origens musicais do artista. A estreia acontece em dose dupla. Além de apresentar oficialmente o novo projeto, Negão Jamaica acaba de lançar “Teresinha”, primeira música autoral do Pagode do Nego Bom. Leve, romântica e alto astral, a canção marca o ponto de partida de uma fase que promete unir samba, pagode, histórias e, principalmente, a identidade de um artista que carrega a música em sua trajetória há décadas. Para conhecer a música, basta acessar https://tratore.ffm.to/be7r66q.
“Teresinha” é uma composição de Beto Jamaica, Iva Lawinscky e Adenilson Peluso. Beto, irmão de Negão Jamaica, é um dos nomes mais conhecidos da música nacional com o É o Tchan e construiu uma trajetória marcante como cantor e compositor. A escolha da canção para abrir os trabalhos do Pagode do Nego Bom tem relação direta com a personalidade musical de Negão Jamaica. Romântico assumido, o cantor vê na música uma forma de falar sobre sentimentos e celebrar as mulheres. “Eu sou um cara muito romântico e gosto muito de falar de amor. A primeira música que gravei na minha carreira também era romântica. Então, nada melhor do que começar esse projeto com uma música leve, alto astral e que exalta as mulheres. O nome é ‘Teresinha’, mas, no show, a gente vai cantar para Teresinha, Carlinha, Adriana... A ideia é celebrar todas elas”, conta o artista.
O novo projeto, aliás, não surgiu de uma hora para outra. A ideia acompanha Negão Jamaica há quase 15 anos e agora começa, efetivamente, a ganhar forma. A proposta é criar uma identidade própria para o Pagode do Nego Bom, com repertório pensado especialmente para essa nova fase e uma aproximação ainda maior com o público. “Esse projeto está na minha cabeça há muitos anos e agora está saindo do papel. Já é uma realidade. A expectativa é a melhor possível e a ansiedade também está lá em cima, porque é um projeto que tem muito a ver comigo e com a minha história”, afirma. A história de Negão Jamaica com a música baiana, aliás, ajuda a explicar o momento. O cantor se tornou nacionalmente conhecido por sua trajetória na Companhia do Pagode, um dos grupos que marcaram a explosão do pagode baiano nos anos 1990. Antes de assumir os vocais, Negão integrou a banda como músico e backing vocal. Mais tarde, passou a comandar o grupo e segue, até hoje, levando adiante essa história.
É justamente sem abrir mão dessa trajetória que nasce o Pagode do Nego Bom. O projeto funcionará em paralelo à Companhia do Pagode e permitirá que Negão explore outra vertente do seu trabalho, com mais espaço para o samba, o romantismo e um repertório que dialoga diretamente com suas referências musicais. A ideia também é levar o projeto para mais perto do público, começando pelos bares e espaços de Salvador. A proposta é construir esse caminho de forma gradual, criando encontros, conquistando novos públicos e fazendo do Pagode do Nego Bom uma presença cada vez mais constante na cidade.


