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Pesquisadora baiana lidera nova fase de instituto voltado a populações vulneráveis

A cerimônia oficial de abertura do IRPP, que deixa de ser um grupo de pesquisa, está marcada para o dia 16 de abril, em Salvador

Por Da Redação
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Pesquisadora baiana lidera nova fase de instituto voltado a populações vulneráveis

Foto: Reprodução

O Instituto de Pesquisa em Populações Prioritárias (IRPP) entra em uma nova fase, onde deixa de ser um grupo de pesquisa e passa a atuar oficialmente como instituto, ampliando sua atuação em áreas como saúde, educação, ciência, assistência, cultura e inovação. A iniciativa é liderada pela Beatriz Barreto Duarte, fundadora e presidente da instituição.

A cerimônia oficial de abertura do IRPP está marcada para às 19h do dia 16 de abril, no Foyer do Ed. Salvador Business, Torre América, em Salvador. O interessado em participar deve confirmar presença através de formulário de inscrição.

A transição de um grupo para instituto marca o fortalecimento de um trabalho que agora passa a ser desenvolvido com maior capacidade de impacto social. De acordo com o IRPP, o objetivo é transformar conhecimento científico em ações concretas voltadas a populações historicamente invisibilizadas, especialmente em contextos de vulnerabilidade.

Entre as iniciativas já realizadas pelo instituto estão ações com populações indígenas em Manaus, projetos no sistema prisional da Bahia e programas de assistência social, como o “Adote um Curumim”, voltado ao apoio de famílias indígenas. 

O material institucional também mostra que o trabalho do IRPP se estruturou em três grandes eixos: inovação tecnológica para diagnóstico e cuidado, pesquisa com propósito social e saúde pública em populações vulneráveis.

Ao todo, mais de 2 mil pessoas já foram alcançadas pelas ações do IRPP, que também contribuiu para a formação de profissionais de saúde e estudantes.

Na área de saúde, o instituto atua com testagens, rastreamento de doenças como a tuberculose e avaliações nutricionais, além de desenvolver pesquisas com foco em saúde pública. Na frente educacional e cultural, projetos como o “Revelar o Invisível” e o “Palavras da Floresta” buscam ampliar o acesso à informação e dar visibilidade a diferentes realidades sociais.

Para Beatriz Barreto Duarte, a consolidação do IRPP representa a concretização de um projeto coletivo voltado à transformação social. 

“O IRPP é a materialização de um sonho que nunca foi sonhado sozinha, mas construído por muitas mãos, muitas vozes e muitas pessoas que acreditaram que era possível fazer diferente. Nesta nova fase, o IRPP transcende a ciência e se firma como uma ferramenta de transformação social e promoção da equidade. O que sonhamos é uma sociedade mais justa, mais humana e mais inclusiva, em que populações historicamente invisibilizadas sejam reconhecidas em sua dignidade, em sua potência e em seus direitos. Queremos contribuir para construir um futuro em que ciência, educação, cultura, esporte, cuidado e inovação estejam a serviço da vida e da transformação de realidades. Porque nenhuma mudança verdadeira acontece sem pessoas que acreditam nela e escolhem construí-la juntas", afirmou.

Para Bruno Andrade, Professor Blumberg da Johns Hopkins, o fortalecimento institucional do IRPP representa um passo importante para conectar excelência científica e impacto social.

“A nova fase do IRPP representa um passo importante e muito potente. O instituto transcende a ciência em seu sentido mais tradicional e se consolida como uma plataforma de transformação social e promoção da equidade. Ao ampliar sua atuação para áreas como cultura, esporte, educação e inovação social, o IRPP mostra que produzir conhecimento também significa gerar oportunidades, ampliar acesso e transformar realidades de forma concreta”, disse.

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