Play Recycling conquista prêmio no LAQI Brazil 2026!
Programa pioneiro de educação ambiental é reconhecido no LAQI Impact Summit, em cerimônia no Sheraton WTC, em São Paulo

Foto: A Play Recycling recebeu a distinção de “Empresa do Ano”: pioneirismo em educação ambiental reconhecido.
Construindo um futuro verde. A Play Recycling recebeu a distinção de “Empresa do Ano” durante o LAQI Impact Summit – Brazil 2026, em cerimônia realizada no Sheraton WTC, no Brooklin, zona sul de São Paulo. A empresa desenvolveu, em 2021, o primeiro e único programa de educação ambiental do Brasil, registrado na Biblioteca Nacional, para crianças de 2 a 15 anos, com duração de 3 anos em cada segmento. Hoje mais de 2800 alunos, de 7 Estados e 11 cidades espalhadas pelo país, aprendem sobre sustentabilidade, mudanças climáticas, consumo consciente e práticas
O evento reuniu líderes empresariais, executivos e organizações que atuam com foco em qualidade, sustentabilidade, governança e reputação de mercado. O prêmio reconhece organizações com alto desempenho em ética, impacto, inovação e resultados. “Estamos vivendo uma mudança profunda na forma como o valor empresarial é percebido. Hoje, não basta declarar compromissos, é preciso demonstrá-los com evidências, consistência e transparência. O LAQI Impact Summit – Brazil 2026 nasce exatamente desse novo contexto: empresas transformam práticas em confiança, reputação em ativo estratégico e responsabilidade em vantagem competitiva. Nosso propósito é impulsionar organizações que compreendem que qualidade, ESG e reconhecimento público não são tendências, mas pilares essenciais para a sustentabilidade dos negócios e da sociedade”, afirma Daniel Maximilian da Costa, fundador e CEO do Latin American Quality Institute.
“O prêmio é um reconhecimento da importância da educação ambiental e mostra que estamos no caminho certo. A educação ambiental infantil não deve ser vista apenas como o ensino de práticas de reciclagem, mas como uma pedagogia da sobrevivência e da esperança. É ela que transforma o conhecimento em ação coletiva e consciência cidadã. A meta é ampliar o programa para todos os Estados do país e, posteriormente, também no exterior, em parceria com ONGs e fundações”, destaca a cientista e ambientalista Karin Brüning, idealizadora da Play Recycling. O objetivo do programa é ir muito além da reciclagem de lixo ou da horta comunitária. Até porque o conceito de meio ambiente é muito mais amplo; é tudo o que está no planeta. Energias renováveis, meios de produção, sustentabilidade, vida marinha, consumo consciente e até lixo espacial são temas trabalhados.
Com duração de 3 anos, o método exclusivo oferece aos educadores planos de aulas detalhados, a fim de equipar crianças e adolescentes com conhecimentos e habilidades para enfrentar um triplo desafio: ecológico, econômico e social. Os conteúdos podem ser encaixados de forma multidisciplinar na grade curricular vigente, segundo a Base Nacional Curricular Comum (BNCC). Além do programa ambiental, a Play disponibiliza às escolas séries de animações educativas (a Turma da Play, que tem mais de 33 mil visualizações no YouTube), histórias-em-quadrinhos, revistas de atividades lúdicas, reuniões com os pais, consultoria, certificados para os professores e campanhas informativas para a comunidade escolar.
Desde 1999, o meio ambiente passou a ser um tema transversal obrigatório dos currículos escolares. E em 17/07/24, o presidente Lula sancionou a Lei nº 14.926/2024, que incluiu, desde 2025, na Política Nacional de Educação Ambiental temas relacionados às mudanças climáticas, à proteção da biodiversidade e aos riscos de desastres socioambientais. A nova legislação obriga a inserção dos temas nos projetos institucionais e pedagógicos das instituições de ensino da educação básica e superior. Mas, apesar da lei, faltam formação aos professores, materiais e programas. O da Play Recycling é o primeiro que atende de forma completa, do berçário ao nível fundamental II, a essas necessidades cada vez mais urgentes e que impactam, sobretudo, crianças e adolescentes.
Chuva no Saara, neve na África, fogo na Amazônia, calor extremo, massas de ar frio, inundações, deslizamentos, cenário de colapso climático. Para os idealizadores do programa, é preciso aprender sobre todos esses desafios em sala de aula e de maneira proativa e colaborativa. Só assim se forma uma mentalidade ESG e se vislumbra um futuro coletivo e possível.


