Programa pedagógico alia ESG e IA contra a crise climática!
Play Recycling lança programa de educação ambiental pioneiro para o ensino fundamental II. Alunos aprendem sobre sustentabilidade, mudanças climáticas e consumo consciente

Foto: Divulgação
Disponibilizar conhecimentos e ferramentas transformadoras para enfrentar o maior desafio deste milênio: a crise climática e a preservação do meio ambiente. Esse é o espírito do programa de educação ambiental da Play Recycling para o ensino fundamental II. A empresa, que criou o primeiro e único programa de educação ambiental no Brasil – na rede pública e privada – para crianças de 2 a 12 anos, com duração de 3 anos, registrado na Biblioteca Nacional, lança agora um programa dedicado aos pré-adolescentes, abrangendo a faixa etária dos 12 aos 15 anos.
A ideia do programa para o nível fundamental II é mostrar a sustentabilidade como um tema real e urgente do mundo contemporâneo e fomentar o pensamento crítico dos jovens. Para essa faixa etária, marcadamente de transição, de formação de valores, caráter e cidadania, a abordagem multidisciplinar foi o maior desafio, bem como a linguagem digital. O uso de ferramentas de IA faz parte do programa. A mediação educativa qualificada ajuda os alunos a filtrarem os conteúdos digitais e a se engajarem na busca por soluções. O diálogo entre as várias áreas do conhecimento é central. “Nossa preocupação foi a de construir um percurso que demonstrasse aos estudantes que os desafios ambientais, sociais e econômicos do mundo real não pertencem a uma única disciplina, mas se conectam profundamente com a biologia, a geografia, a história, a ciência, a matemática, a linguagem e as dimensões humanas e éticas da vida em sociedade. A escola e a sociedade têm demandado cada vez mais que os estudantes desenvolvam pensamento crítico e protagonismo diante dos desafios do século XXI”, destaca Karin Brüning, cientista, ambientalista e idealizadora da Play Recycling.
ESG (em inglês, Environmental, Social and Governance, ou seja, questões ambientais, sociais e de governança corporativa), energias renováveis, meios de produção, sustentabilidade, vida marinha, consumo consciente e até lixo espacial são temas trabalhados em sala de aula e também fora dos muros escolares, conectando família e comunidade nas atividades. E elas são múltiplas, podem ir da criação de uma maquete histórica, reproduzindo um modelo de irrigação pioneiro das civilizações greco-romanas, até a criação de uma cisterna para captação da água da chuva na escola, além de debates superatuais, como o consumo de água pelos data centers. Atividades que mostram aos alunos, desde cedo, aliando teoria, prática e tecnologia, como os recursos naturais são finitos e que da consciência ambiental depende o futuro do planeta e o nosso.
Com duração de 3 anos, o método exclusivo oferece aos educadores planos de aulas detalhados, a fim de equipar crianças e adolescentes com conhecimentos e habilidades para enfrentar um triplo desafio: ecológico, econômico e social. Os conteúdos podem ser encaixados de forma multidisciplinar na grade curricular vigente, segundo a Base Nacional Curricular Comum (BNCC). Além do programa ambiental, a Play disponibiliza às escolas séries de animações educativas (a Turma da Play, que tem mais de 33 mil visualizações no YouTube), histórias-em-quadrinhos, revistas de atividades lúdicas, reuniões com os pais, consultoria, certificados para os professores e campanhas informativas para a comunidade escolar.
Desde 1999, o meio ambiente passou a ser um tema transversal obrigatório dos currículos escolares. E recentemente, em 17/07/24, o presidente Lula sancionou a Lei nº 14.926/2024, que incluiu, desde 2025, na Política Nacional de Educação Ambiental temas relacionados às mudanças climáticas, à proteção da biodiversidade e aos riscos de desastres socioambientais. A nova legislação obriga a inserção dos temas nos projetos institucionais e pedagógicos das instituições de ensino da educação básica e superior. Mas, apesar da lei, faltam formação aos professores, materiais e programas. O da Play Recycling é o primeiro que atende de forma completa, do berçário ao nível fundamental II, a essas necessidades cada vez mais urgentes e que impactam, sobretudo, crianças e adolescentes. Chuva no Saara, neve na África, fogo na Amazônia, calor extremo, massas de ar frio, inundações, deslizamentos, cenário de colapso climático. Para os idealizadores do programa, é preciso aprender sobre todos esses desafios em sala de aula e de maneira proativa e colaborativa. O programa da Play Recycling será implementado – inicialmente – no ensino fundamental II da rede pública de Campos do Jordão, no interior do Estado de São Paulo. A meta é expandi-lo para outros municípios e capitais do país tanto na rede pública quanto na privada. Atualmente, já são mais de 2500 alunos beneficiados pelo programa em todo o Brasil. Agora incentivando também os jovens a deixarem um legado de sustentabilidade e coletividade. Construindo uma mentalidade ESG todos os dias.
Sobre a Play Recycling:
Reciclar atitudes. Com esse propósito foi criada, em 2021, a Play Recycling, plataforma de educação ambiental. Multimídia, engloba conteúdo, informação e formação, ensino e consultoria a empresas e instituições públicas e privadas. Criada pela cientista e ambientalista Karin Brüning, a Play Recycling oferece o primeiro e único programa de educação ambiental no Brasil, para crianças e adolescentes entre 2 e 15 anos, com 3 anos de duração em cada segmento, que integra – de modo lúdico, criativo e multidisciplinar – princípios de sustentabilidade do berçário ao nível fundamental II. Hoje o programa, registrado na Biblioteca Nacional, tem atuação nacional, em 7 Estados, 11 cidades e mais de 2500 alunos beneficiados. A empresa faz parte do Movimento Elas Lideram 2030, de luta pela equidade de gênero, do Pacto Global da ONU, a maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo, e é Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura. Formando novas gerações para um futuro verde e coletivo.

