Salon du Chocolat Brasil é lançado em Paris e chega a capital baiana em dezembro!

Comitiva da Bahia, do Pará e do Espírito Santo apresentou, no Salon du Chocolat Paris, a primeira edição latino-americana do evento, que acontece de 10 a 13 de dezembro no Centro de Convenções Salvado

Por Michel Telles
Às

Salon du Chocolat Brasil é lançado em Paris e chega a capital baiana em dezembro!

Foto: Divulgação

Foi lançado nesta sexta-feira (30), em Paris, o Salon du Chocolat Brasil, primeira edição completa latino-americana do maior evento de cacau e chocolate do mundo. O evento acontece de 10 a 13 de dezembro de 2026, no Centro de Convenções Salvador. O anúncio foi feito no Espaço Cacau do Brasil, no Pavilhão 5 do Paris Expo Porte de Versailles, durante a edição 2026 do Salon du Chocolat Paris, por uma comitiva de empresários, produtores e autoridades da Bahia, do Pará e do Espírito Santo — os três maiores estados produtores de cacau do país.

A solenidade reuniu manifestações artístico-culturais brasileiras, ao som de batucadas, e sabores típicos como acarajé e bolinho de estudante. Estiveram presentes Gérald Palacios, presidente do Salon du Chocolat; Marco Lessa, presidente do Salon du Chocolat Brasil e anfitrião do Espaço Cacau do Brasil; Allan Correa, representante do Governo do Pará; e Josivaldo Dias, gerente da Unicafes Bahia.

“Trazer o Salon du Chocolat para Salvador é colocar o Brasil no circuito internacional do chocolate, agora dentro de casa. Em dezembro, chocolatiers, compradores e o público vão encontrar na Bahia o cacau que o mundo já conhece aqui em Paris”, afirma Marco Lessa.

A chegada do evento ao país é resultado de 17 anos de presença brasileira na feira francesa. Desde 2009, Marco Lessa lidera a participação do Brasil no Salon du Chocolat Paris, trajetória que teve como marco o ano de 2025, quando o país foi o homenageado da edição.

“Foram anos de trabalho contínuo para mostrar que o Brasil não é apenas um grande produtor, mas uma origem de excelência, com cacau fino, produção agroflorestal e agricultura familiar. Hoje, produtores e chocolatiers que antes vendiam amêndoas como commodity estão aqui, frente a frente com compradores europeus, apresentando chocolates de origem reconhecidos internacionalmente”, diz.

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