Se vacinação não evoluir, auxílio deve ser renovado, diz Guedes
Atualmente o benefício é de quatro parcelas de R$150 para autonômos e R$ 375 para mãe que sustentam a família, até o mês de julho

Foto: Agência Brasil
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira (27) que o governo pode prorrogar novamente o auxílio emergencial caso a vacinação não siga o ritmo esperado e o país continue a registrar aumento de casos e de mortes provocadas pela Covid-19. "O auxílio emergencial é uma arma que nós temos e que pode, sim, ser renovado. Se, ao contrário do que esperamos, a doença continuar fustigando, as mortes continuam elevadas, a vacina por alguma razão não está chegando, tem que renovar. Não é nossa expectativa hoje [renovar o auxílio]. Nossa expectativa é que está avançando a vacinação, mas vamos observar. Achamos hoje que, se a vacinação em massa progride, pode ser que não seja necessário".
Atualmente o benefício é de quatro parcelas de R$150 para autonômos e R$ 375 para mãe que sustentam a família, até o mês de julho.
Nesta terça-feira (25), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), defendeu que o auxílio fosse estendido no país por mais “um ou dois meses”, antes da implantação do que ele chama de “um programa social mais permanente” no Brasil.
Paulo Guedes disse ainda que, caso seja necessário, pode ser decretado novamente estado de calamidade pública, como o que aconteceu em 2020, o que liberaria mais facilmente gastos emergenciais relacionados com a pandemia do coronavírus.


