Documentos apontam que investigação contra hackers que invadiram o celular de Sérgio Moro começou uma hora após o crime
Segundo os investigadores da PF, a agilidade para solucionar o caso foi essencial para a realização das prisões dos suspeitos

Foto: Agência Brasil
Segundo documentos obtidos pelo site do Estadão, as investigações contra o hacker que invadiu o celular do Ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, começaram uma hora após o crime.
E de acordo com investigadores da Polícia Federal, a agilidade para solucionar o caso foi essencial para a realização das prisões dos suspeitos. Até o momento, seis pessoas foram presas, incluindo Walter Delgatti, que afirmou ter sido o responsável pelas invasões e por ter acesso à mensagens pessoais dos procuradores da Lava Jato.
Ainda segundo os documentos, o ministro recebeu as primeiras evidências de que estava sendo hackeado às 17h40. Às 19h07, equipes de inteligência da Polícia Federal e da Tecnologia da Informação do Ministério se articularam para tentar rastrear o hacker através da identificação do IP do computador, um identificador que registra o endereço e localização do aparelho.
Os documentos serviram de base para a operação Spoofing e para a realização de um inquérito policial.