Sem citar Flávio Bolsonaro, Tarcísio descarta candidatura à Presidência e fala em 'direita unida'
Tarcísio disse ainda que irá visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro na próxima quinta-feira

Foto: Marco Galvão/Alesp
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) reafirmou, nesta quinta-feira (22), que é candidato à reeleição e que qualquer informação diferente desta se trata de "especulação". Sem citar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o governador de SP defendeu, por meio das redes sociais, a união da direita para "tirar a esquerda do poder".
Tarcísio de Freitas complementou a publicação afirmando que irá visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, transferido para a papudinha na última semana, na próxima quinta-feira.
"Sou candidato à reeleição do governo do estado de São Paulo e irei trabalhar sempre por uma direita unida e forte para tirar a esquerda do poder. Qualquer informação diferente desta não passa de especulação. Irei visitar o presidente Bolsonaro, a quem sou e serei grato e leal, na próxima quinta-feira para prestar o meu total apoio e solidariedade", disse Tarcísio.
Sou candidato à reeleição do governo do estado de São Paulo e irei trabalhar sempre por uma direita unida e forte para tirar a esquerda do poder. Qualquer informação diferente desta não passa de especulação. Irei visitar o presidente Bolsonaro, a quem sou e serei grato e leal, na…
— Tarcísio Gomes de Freitas (@tarcisiogdf) January 22, 2026
Mais cedo, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse que Tarcísio de Freitas não teria margem política para se posicionar contra uma eventual candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
"O Tarcísio, até ontem, é um servidor público, um desconhecido da sociedade (sic), que ganhou notoriedade sendo ministro da Infraestrutura e depois foi eleito em São Paulo graças ao presidente Jair Bolsonaro. Ele não tem a opção de ir contra o Bolsonaro”, disse Eduardo.
As declarações ocorrem após o adiamento de uma visita de Tarcísio de Freitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que estava prevista para acontecer no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. A justificativa apresentada foi a existência de compromissos no Estado de São Paulo, embora a agenda oficial do governador registrasse apenas despachos internos no período.


