Sem seleções europeias, estimativa aponta Brasil na final da Copa de 2030
Estimativa é feita após surgir a possibilidade de boicote da UEFA à FIFA

Foto: Rafael Ribeiro / CBF
Após a UEFA, União das Associações Europeias de Futebol, indicar uma possível ausência das seleções associadas na Copa do Mundo de 2030, um supercomputador estimou que o Brasil deve chegar à final do torneio.
A projeção foi divulgada nesta sexta (31) pelo jornal britânico The Sun, e produzida pela plataforma CasinoHawks. Na estimativa, o cenário considerado é que as 55 federações associadas à UEFA cumpram a ameaça de boicotar a FIFA.
Conforme a simulação, a final seria entre o Brasil e Argentina. No duelo, a equipe de Messi venceria e o Brasil seria o vice-campeão. Não foram divulgados placares de partidas, somente vencedores de cada confronto.
Num cenário sem as seleções europeias, o Brasil também faria um caminho diferente no torneio. Na primeira fase do mata-mata, a Seleção Brasileira eliminaria a Coreia do Sul. Em seguida, venceria a Colômbia, Japão e Nigéria, garantindo a vaga na final.
Já a Argentina, eliminaria a Costa do Marfim, México, Marrocos e Uruguai. Por fim, na final, venceria o Brasil.
Com uma possível ausência de seleções europeias, outras equipes poderiam fazer suas estreias em Copas do Mundo. Conforme a estimativa, poderiam participar pela primeira vez de uma Copa os times da Guatemala, Vietnã, Zâmbia, Bahrein, Uganda, Burkina Faso, Benin, Tailândia, Omã, Palestina, Guiné, Tajiquistão, Síria, Moçambique, Gabão, Madagascar e Guiné Equatorial. Além de estrear na competição, seleções da Venezuela e Mali chegariam ao mata-mata.
Conflito entre UEFA e FIFA
A possibilidade de um boicote da UEFA tem ganhado força. Isto porque a FIFA anunciou um plano de criar uma empresa para administrar direitos comerciais das principais competições da federação. Seriam vendidas participações mínimas da empresa para a iniciativa privada.
Em resposta, a UEFA repudiou publicamente o plano, questionando a transparência do processo. A federação teria iniciado diálogos para realizar uma reação conjunta com os times filiados.
"A alma e a governança do futebol não são ativos para negociar. Nenhum de nós é dono do futebol. Não cabe à Fifa vendê-lo", diz a nota.
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