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Servidores da Prefeitura de Salvador denunciam pressão de Bruno Reis para irem a ato de Flávio Bolsonaro

Funcionários municipais relatam ameaças de demissão e cobrança de fotos para comprovar presença

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Atualizado
Servidores da Prefeitura de Salvador denunciam pressão de Bruno Reis para irem a ato de Flávio Bolsonaro

Foto: Divulgação

Servidores da Prefeitura de Salvador denunciam supostas ameaças de demissão e pressão para participar do comício do senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência, previsto para sábado (17), no Farol da Barra, na capital baiana.

Segundo informações do Panorama da Bahia, funcionários municipais que preferiram não se identificar afirmam temer represálias caso não compareçam ao ato político. Segundo os relatos, a presença no evento seria cobrada por meio de fotografias enviadas a um grupo de mensagens.

A mobilização deve contar com a participação do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), e do ex-prefeito ACM Neto, derrotado na disputa pelo governo da Bahia.

Servidores dizem que precisam enviar fotos para comprovar presença

De acordo com uma das denúncias, os funcionários teriam de publicar imagens no grupo para demonstrar que compareceram ao comício.

“Existe um grupo e as pessoas terão que postar foto pra provar que foram. Estão ameaçando demitir quem não for”, afirmou um dos servidores ao Panorama da Bahia.

O relato também aponta que funcionários de escolas municipais estariam sofrendo pressão e ameaças para participar da mobilização.

As denúncias foram feitas por trabalhadores que pediram anonimato por medo de possíveis consequências profissionais.

Relatos citam pressão durante o primeiro turno

Outro servidor afirma que situações semelhantes teriam ocorrido durante o primeiro turno das eleições. Na ocasião, segundo o relato, funcionários municipais teriam sido pressionados a adesivar veículos com propaganda política.

Ainda de acordo com a denúncia, quem não tinha carro precisaria conseguir um veículo emprestado e enviar fotografias que mostrassem a placa como forma de comprovar o cumprimento da exigência.

Os relatos, até o momento, não representam uma conclusão sobre a ocorrência das supostas irregularidades.

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