“Sou totalmente inocente”: psicoterapeuta investigado por violência sexual contra mulheres se posiciona sobre o caso
Em nota, o acusado afirma que a atual investigação está relacionada a questões patrimoniais com uma societária

Foto: Reprodução/ redes sociais
O psicoterapeuta, Jordan Van Der Zeijden Campos, investigado por crimes sexuais, se posicionou sobre as acusações nesta quarta-feira (27).
Em nota, o acusado diz ser inocente diante de todas as acusações. Também afirma que nunca praticou assédios ou abusos. "Sou totalmente inocente das acusações que vêm sendo feitas. Nunca pratiquei assédio, abuso ou qualquer forma de exploração contra quem quer que seja. Na verdade, eu sempre lutei exatamente contra esse tipo de situação", disse
A nota ainda menciona que as acusações foram feitas pelas mesmas pessoas que anteriormente tentaram imputar crimes ao psicoterapeuta, que ainda afirma em nota que também há uma questão patrimonial envolvida no caso.
"Parte dessas acusações já havia surgido anos atrás, envolvendo algumas das mesmas pessoas mencionadas agora. Na época, houve investigação no Ministério Público do Trabalho durante meses, e aquele procedimento acabou arquivado... A atual investigação também envolve uma questão patrimonial ligada a uma relação contratual e societária", afirma.
A defesa do psicoterapeuta concluiu que não entraria em mais detalhes neste momento por questões de sigilo judicial.
Veja a nota da íntegra:
"Desde ontem meu nome passou a circular de forma muito intensa na mídia e nas redes sociais em razão de uma investigação que se tornou pública após o cumprimento de medidas judiciais.
Eu sou Jordan Campos, terapeuta, professor, escritor, casado há 14 anos e pai de 4 filhos. É preciso iniciar dizendo com clareza que sou totalmente inocente das acusações que vêm sendo feitas. Nunca pratiquei assédio, abuso ou qualquer forma de exploração contra quem quer que seja. Na verdade, eu sempre lutei exatamente contra esse tipo de situação.
Parte dessas acusações já havia surgido anos atrás, envolvendo algumas das mesmas pessoas mencionadas agora. Na época, houve investigação no Ministério Público do Trabalho durante meses, e aquele procedimento acabou arquivado por ausência de provas relacionadas às acusações apresentadas naquele momento. A diferença é que, naquela época, não houve essa repercussão pública e midiática que estamos vendo agora.
A atual investigação também envolve uma questão patrimonial ligada a uma relação contratual e societária que já vinha sendo discutida nas instâncias próprias. Inclusive, houve apuração anterior sobre esse tema, com entendimento policial no sentido da ausência de elementos de estelionato naquele contexto analisado.
O papel do Ministério Público é investigar. O papel das autoridades é cumprir determinações judiciais. E é importante lembrar que estamos diante de uma investigação, não de uma condenação.
Há mais de 20 anos eu cuido de pessoas. Construí minha trajetória por meio de consultas, aulas, eventos, livros e projetos humanos, sempre de forma pública, aberta e diante de milhares de pessoas que acompanham minha caminhada há muitos anos.
Repito com absoluta tranquilidade: jamais pratiquei os atos que estão sendo atribuídos a mim.
Neste momento estou com dificuldade de acesso à minha conta oficial do Instagram porque meus dispositivos eletrônicos foram apreendidos e ainda estou resolvendo a questão da autenticação e recuperação de acesso.
Por orientação jurídica e por respeito ao próprio processo, que corre sob sigilo, não entrarei em detalhes sobre os fatos neste momento.
Jordan Campos"


