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Terreiros tradicionais de Salvador e Itaparica são reconhecidos como Patrimônio Cultural da Bahia

O decreto 24.686 foi publicado pelo Governo do Estado nesta quarta (22

Por Da Redação
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Atualizado
Terreiros tradicionais de Salvador e Itaparica são reconhecidos como Patrimônio Cultural da Bahia

Foto: Reprodução/ Google Maps

Dois terreiros de Candomblé tradicionais no território baiano se tornaram oficialmente Patrimônios Culturais da Bahia. O Governo do estado sancionou o decreto 24.686, nesta quarta-feira (22), que tomba o terreiro Ile Asé Kalè Bokùn, localizado em Plataforma, no Subúrbio de Salvador, e o Omo Ilê Agboulá, da cidade de Itaparica.

Na medida, os bens passaram a integrar o Livro do Tombamento dos Bens Imóveis do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia - IPAC. O decreto também solicita que a Secretaria de Cultura (SECULT) adote as providências previstas em lei.

O terreiro Ilê Asé Kalè Bokùn, que fica localizado em Plataforma, foi fundado em 20 de agosto de 1933 pelo babalorixá Severiano Santana Porto. Em 2006, foi reconhecido pelo Ipac como Patrimônio Material da Bahia. Em 2019, recebeu o título de Patrimônio Cultural Municipal pela Fundação Gregório de Mattos.

O terreiro da cidade de Itaparica, localizado no Alto da Bela Vista, no bairro de Ponta de Areia, Omo Ilê Agboulá, foi fundado pelos irmãos Eduardo, Pedro e Olegário Daniel de Paula, no ano de 1934. Os irmãos eram descendentes de uma linhagem que se dedicava ao culto de Egúngún por quase 200 anos. Em 2015, foi reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional como Patrimônio Cultural do Brasil.

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