Vídeo: Comandante da PM e secretário da Segurança Pública lamentam e garantem justiça pela morte de filha dos colegas de farda
Secretário de Segurança também se solidariza com a família e promete justiça imediata

Foto: Paulo Neto/Farol da Bahia
O Comandante Geral da Polícia Militar da Bahia, Antônio Carlos Magalhães, lamentou a morte da jovem, filha de dois sargentos da PM, e revelou que os suspeitos já foram localizados, prometendo uma resposta imediata sobre o caso.
"Hoje estamos já com parte desses indivíduos identificados, já sabemos onde eles estão e vamos chegar a eles sim, porque a gente vai dar uma resposta imediata sobre isso.', declarou o comandante, em coletiva de imprensa, durante a cerimônia de comemoração ao 7 de setembro, feriado da Independência do Brasil, no Largo do Campo Grande, em Salvador, nesta segunda-feira (7).
Além dos avanços na investigação, o comandante afirmou que a PM da Bahia também mobilizou medidas imediatas de socorro e amparo à família da jovem. O Departamento de Promoção Social (DPS) ofereceu suporte psicológico e social aos familiares.
Secretário de Segurança Pública também lamenta
Na mesma ocasião, o Secretário de Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, também prestou solidariedade à família da vítima e garantiu que todas as providências estão sendo tomadas. Werner classificou o crime como uma "covardia revoltante" e revelou a forte repercussão popular que o caso teve através das denúncias anônimas que as equipes de segurança estão recebendo para colaborar com as investigações.
O Secretário afirmou que equipes e setores de investigação da Polícia Civil e da Polícia Militar estão nas ruas trabalhando conjuntamente para localizar e prender os responsáveis o mais rápido possível.
Relembre o caso
Jovem de 21 anos, filha de dois sargentos da Polícia Militar, foi morta com um tiro no rosto, durante uma tentativa de assalto, na madrugada deste domingo (6). O crime aconteceu no bairro do Imbuí, quando a vítima, identificada como Brenda Nicole Alves, foi atingida por um disparo no rosto após se negar a entregar seu aparelho celular aos criminosos.
A Polícia Civil investiga o caso como latrocínio.


