Vídeo: “Diagnóstico não é sentença”, diz convidado do Espectro no Farol ao relatar vida com Parkinson
Participante fala sobre superação, rotina de cuidados e a importância de preservar autonomia mesmo diante de doenças crônicas.

Foto: FB Comunicação
O episódio mais recente do Espectro no Farol, apresentado por Pedro Mendonça, trouxe um relato marcado por resiliência e lucidez. O convidado, que recebeu dois diagnósticos significativos — Síndrome de Guillain-Barré e, mais tarde, Parkinson — contou como reconstruiu a própria rotina e a forma de enxergar a vida após enfrentar ambas as condições.
Ele explicou que o impacto inicial foi mais intenso com o Guillain-Barré, mas que a preocupação da família se voltou ao Parkinson, doença neurológica progressiva ainda envolta em estigmas. Ao longo da conversa, reforçou que aprender a conviver com a condição exigiu equilíbrio emocional, informação e cuidado diário.
“Eu venho superando essa doença, essa condição. Eu ouvi uma frase que gosto muito: o diagnóstico não é uma sentença”, disse. Para ele, repetir essa ideia se tornou um mecanismo de força interior para seguir fazendo planos e preservando autonomia.
O convidado também alertou sobre o risco de quem recebe diagnósticos crônicos “se entregar” à doença. “A gente não pode ter uma condição de saúde e se entregar. Tem que viver um dia de cada vez, permitindo que a vida passe e que a gente deixe algum legado”, completou.


