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Vídeo: "É inaceitável uma mulher ser morta por ser mulher", diz Ivana Bastos ao comentar a importância do combate ao feminicídio

A presidente da ALBA pontuou que o papel da mulher no parlamento é defender, constantemente, as causas femininas

Por Deivide Sena, Marcos Felipe
Às

Atualizado
Vídeo: "É inaceitável uma mulher ser morta por ser mulher", diz Ivana Bastos ao comentar a importância do combate ao feminicídio

Foto: Marcos Felipe/Farol da Bahia

A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), Ivana Bastos (PSD), comentou a importância da Casa no combate à violência contra a mulher no estado. A declaração foi realizada durante a Cerimônia de Mobilização Nacional pelo Pacto Brasil contra o Feminicídio, que ocorre em Salvador, nesta sexta-feira (31).

Ivana pontuou que o papel da mulher no parlamento é defender, constantemente, as causas femininas. No entanto, ela ressaltou que o apoio dos parlamentares homens é muito importante.

"O papel da mulher no parlamento, eu costumo dizer, é a defesa constante das causas femininas. E hoje, aqui na Bahia, a gente firma esse pacto, o pacto contra o feminicídio. E, à frente da Assembleia, a gente vê o poder da nossa força, da nossa voz", declarou Ivana.

"Agente precisa, junto com todos os deputados, não só as 10 deputadas, mas sim os 63 deputados, dar as mãos junto com os funcionários e que a nossa voz precisa valer, que a gente, o fim do feminicídio, o fim da violência contra a mulher. Porque é inaceitável uma mulher ser morta por ser mulher. É inaceitável uma mulher ser tão agredida pelo fato de ser mulher", complementou.

Ivana, que é a primeira mulher a presidir a ALBA, pontuou a necessidade de eleger mais parlamentares mulheres para a Casa.

"Eu acho que nós estamos tendo um momento da Assembleia Legislativa ter a primeira mulher a ser presidente da Assembleia e a gente precisa questionar, assim, que nós estamos num ano de eleições, que a gente precisa ter mais mulheres nos parlamentos, a gente precisa ter mais mulheres nos espaços de poder. E aqui hoje, o Tribunal de Justiça, aqui hoje o Governo do Estado, Assembleia Legislativa, Judiciário, Legislativa, Executivo, se unem nesse pacto para que a gente possa defender aqui, ao nível de Brasil, mas a gente está falando aqui ao nível da Bahia, o fim do feminicídio", disse.

"Foram mais de 100 casos no ano passado, nós tivemos uma redução, mas ainda é muito. Não justifica ter nenhum caso, porque são mulheres que sonham, são mulheres mães, são mulheres filhas, são mulheres que têm projetos de vida, que a sua vida é aceita dessa forma. Então, a Assembleia Legislativa está aqui para aplaudir, para dar as mãos e para dizer que é uma causa nossa também", finalizou.

Confira o vídeo abaixo:

 

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