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Vídeo: fábrica clandestina de bebidas que funcionava em condições sanitárias precárias é desativada na Bahia

Garrafas eram lavadas em tanque para serem reutilizadas

Por Da Redação
Às

Atualizado
Vídeo: fábrica clandestina de bebidas que funcionava em condições sanitárias precárias é desativada na Bahia

Foto: Ascom/PC-BA

Uma fábrica clandestina de bebidas, que operava em condições sanitárias precárias, foi desativada em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano. A desativação ocorre em decorrência da Operação Potabilidade, no bairro Boa Vista, na tarde de quarta-feira (14).

A Polícia Civil da Bahia cumpriu um mandado de busca e apreensão no imóvel onde funcionava a fábrica, de forma irregular, a produção de refrigerantes e outras bebidas destinadas ao consumo humano.

Durante as investigações, a corporação identificou que a fábrica operava sem autorização legal, em condições sanitárias precárias, através da fabricação de bebidas sem autorização e com rótulos sem registro e sem validade junto aos órgãos competentes.

Imagens divulgadas pela Polícia Civil mostram tanques descobertos que seriam utilizados para lavar e remover rótulos antigos de garrafas de vidro, que eram reutilizados na fabricação das bebidas. Entre elas, o refrigerante Tubaína.

No momento da ação, o local estava vazio, e foram encontradas garrafas vazias de bebidas com rótulos originais retirados para reutilização irregular, além de recursos armazenados de forma inadequada. Um auditor fiscal do Ministério da Agricultura participou das ações de busca e apreensão, e foi responsável pelo Termo de Suspensão Temporária das atividades e realizou a desativado do estabelecimento.

Durante a ação, foram interditadas 1.632 garrafas de refrigerante de 330 ml, além de 18 mil rótulos, 10 mil tampinhas, 18 quilos de aromatizantes, três quilos de adoçantes, além de maquinário. Além dos materiais, também foram apreendidos documentos que devem auxiliar nas investigações, assim como um veículo utilizado no transporte de bebidas, carregado com produtos prontos para distribuição, aparelho celular, talões e cadernos de movimentação financeira, contrato de locação do imóvel e documentos de transporte de carga.

O responsável pelo estabelecimento responde a inquérito por falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de substâncias alimentícias.

Confira vídeo:

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