Vídeo: Flávio Bolsonaro diz que CPI da Pandemia escolheu 'a dedo' pessoas para falar mal do presidente

Nas redes sociais, o senador comentou sobre sessão realizada nesta segunda (18)

[Vídeo: Flávio Bolsonaro diz que CPI da Pandemia escolheu 'a dedo' pessoas para falar mal do presidente]

FOTO: Reprodução

Em vídeo publicado nas redes sociais, o senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente da República, criticou a  penúltima sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia que ouviu parentes de vítimas da doença nesta segunda-feira (18). Para ele, os convidados são militantes e foram escolhidos para falar mal de Jair Bolsonaro (sem partido).

“O que estamos testemunhando é algo macabro, triste e lamentável. Pessoas foram escolhidas a dedo para virem à CPI e falarem mal do presidente Bolsonaro. Pessoas com histórico de militância contra Bolsonaro vieram para a CPI com o compromisso de responsabilizar Bolsonaro pelas mortes de seus familiares por conta da Covid e não por conta de Bolsonaro”, disse.

“Isso foi um desrespeito com as quase 600 mil vítimas desse vírus no Brasil. Bolsonaro fez e continuará fazendo o que está a seu alcance”, completou o senador, que citou ações do governo federal no combate à pandemia. Flávio Bolsonaro afirmou, ainda, que “a CPI está entrando para a história como algo que mancha a imagem do Senado Federal e algo que, certamente, grande parte da população olha com nojo”.

Sessão

A CPI da Pandemia recebeu hoje cinco pessoas que perderam familiares para a doença, além de um sobrevivente que está em tratamento com sequelas. Na ocasião, o vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), destacou que a oportunidade é para mostrar a cara às mais de 600 mil vítimas da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

O presidente da ONG Rio de Paz, Antônio Carlos, que atua com foco nos direitos humanos, também foi convidado e o primeiro a falar no microfone da comissão. Indignado, ele afirmou que incompetência, descaso e irresponsabilidade guiaram o Brasil ao longo da pandemia e destacou o que chamou de “falta de empatia” de Bolsonaro. “O que vimos foi a antítese de tudo o que se esperava de um presidente da República. Jamais o vimos derramar lágrimas de compaixão ou expressar profundo pesar pelo povo brasileiro”, disse. Ele acrescentou que, “em dias de fome, doença, morte, luto, em vez de cuidar do povo que o elegeu, [Bolsonaro] se dedicou tão somente a defender seu mandato e garantir sua reeleição”. 
 


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