Vídeo: Jerônimo Rodrigues nega acusação de que teria ficado “tomando uísque até mais tarde” com Lula e rebate Bruno Reis sobre atraso em inauguração
O assunto foi abordado nesta quinta-feira (9), durante a entrevista do chefe do executivo do estado ao programa Giro Baiana da Rádio Baiana FM

Foto: Reprodução/ Giro Baiana da Rádio Baiana FM.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), desmentiu as acusações feitas pelo prefeito Bruno Reis, o qual afirmou na última terça-feira (7) de que o Residencial Zulmira Barros não foi inaugurado porque o governador e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teriam ficado "tomando uísque até mais tarde" no Palácio de Ondina. O assunto foi abordado nesta quinta-feira (9), durante a entrevista do chefe do executivo do estado ao programa Giro Baiana da Rádio Baiana FM.
“É muita injustiça isso. [...] não houve essa coisa nem em Ondina e nem no hotel”, disse. E continuou: “Não dá pra destilar ódio, raiva, dessa forma. Não pode botar o povo contra um presidente tão querido na Bahia. É uma injustiça. Nenhum presidente merece esse tipo de desrespeito, principalmente vindo de um gestor de uma capital”, pontuou.
O governador afirmou que chegou a ir ao hotel em que o presidente estava hospedado, mas que saiu do local mais cedo para que o presidente pudesse descansar de sua viagem do Ceará e cumprir sua agenda no dia seguinte.
Jerônimo ainda complementou que estava aguardando que a prefeitura libere o Habite-se, documento que atesta regularidade nas obras e que local pode ser ocupado, para que possa entregar a obra para a comunidade, mesmo que o momento não conte com sua presença.
“Se eu não puder naqueles dois, três dias, a hora que chegar eu vou pedir a um secretário " vá lá entregue a chave logo", depois eu passo lá e faço uma festa com a comunidade. Porque as pessoas não podem ficar a cada dia, a cada semana, tendo que gastar um dinheiro que às vezes não tem. Então não dá para a gente poder segurar um condomínio pronto”, complementou.
Por fim, ele disse que espera que Bruno Reis se sensibilize com a situação das pessoas que ainda estão sem o imóvel.
“Eu espero que a sensibilidade de um gestor municipal para pessoas que não tem hoje o direito da casa, receba a sua casa e possa criar seus filhos”, concluiu.


