Os desdobramentos políticos e militares da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã autoriza dizer que uns dos objetivos fundamentais deste conflito é selar o fim do regime dos aiatolás, autocracia teocrática, instalada naquele país muçulmano, há cerca de 46 anos.
Agiganta-se neste momento uma aliança crescente dos países do mundo, entre eles inclusive as nações árabes agredidas pelo Irã e a maior parte dos países ocidentais em favor da inciativa norte-americana em conjunto com Israel, com vistas a desmantelar definitivamente o projeto iraniano de elaboração de uma bomba nuclear, emprestar substancial apoio militar à desorganização política da cadeia de comando do Estado iraniano, de seus depósitos e lançadores de mísseis, além de prestar ampla solidariedade aos massivos movimentos populares, com suas notáveis manifestações contrárias ao regime dos aiatolás.
O isolamento progressivo da teocracia iraniana na opinião pública mundial atesta, com expressiva veemência, que, além do apoio à guerra libertadora, o mundo assume suas responsabilidades diante do dilema de entre quedar-se à uma lei internacional que protege os regimes violadores dos direitos humanos a ela se opõe, a fim de espalhar em todos os recantos do mundo as liberdades democráticas e impedir o advento de guerras destrutivas e sanguinárias.
Neste momento o regime iraniano, enfrenta o caudal vertiginoso da cultura ocidental que não admite, em qualquer parte do mundo, que uma polícia da moral, i instituída pelo Estado, possa estabelecer como as mulheres devem se vestir e se comportarem no espaço público, onde elas não podem expor seus cabelos, usar roupas ajustadas e maquilagens, sob pena de castigos inomináveis. Os testemunhos das mulheres em processos judiciais valiam a metade dos testemunhos dos homens e suas heranças eram reduzidas à metade, comparadas as dos homens.
Os homossexuais eram considerados criminosos e doentes e, por esta razão, eram enforcados em praça pública.
O irã foi beneficiário de acordos nefastos aos americanos, a exemplo daqueles firmados durante o governo de Barack Obama, segundo o qual a questão nuclear foi postergada, permitindo ao regime “revolucionário” do Irã agir em conformidade com os seus interesses por mais de uma década e, de quebra, o governo democrata dos EUA, pródigo com os regimes de esquerda, liberou os recursos financeiros bloqueados e pertencentes ao Irã, no valor astronômico de um bilhão e 600 milhões dólares, com os quais os aiatolás financiaram os grupos terroristas do Oriente Médio e parte do seu programa nuclear.
É neste cenário que o regime vive seus dias crepusculares. Dificilmente, sobreviverá. As bombas destroçam as cidades. Suas armas tendem a se tornarem inúteis diante do poderio norte-americano. Sua marinha não existe mais. Seu espaço aéreo perdeu sua real capacidade de defesa. Até quando resistirá?
Contorce-se o regime autocrático do Irã, neste momento, para encontrar um substituto para o aiatolá Khamenei, morto pelas bombas lançadas por Israel, quando estava reunido com sua entourage, inclusive os poderosos comandantes da Guarda Revolucionária Islâmica que foram juntos, passando desta a outra vida!
Talvez não precise ir longe. Aqui entre nós está um autêntico espécime dos aiatolás. Consanguíneo de Lampião, o nosso presidente, Lula da Silva, descende desta mesma estirpe de gente. Comunga dos mesmos ideais, era amigo íntimo de um ex-presidente do Irã Mahmoud Admadinejad, e até na compleição física tem salientes traços aiatolaíanos, através de suas vistosas barbas brancas e espírito guerreiro, com que tantas vezes desafiou pra briga o presidente Trump. Lula da Silva, como toda bom aiatolá, tem seu acólito e ajudante, conhecido como Sancho Amorim, que já avisou a seu amado mestre e senhor, o Cavaleiro da Triste Figura, que a coisa só vai piorar!
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