Anatomia Global da Mentira

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Anatomia Global da Mentira

Mil cento e quarenta e uma páginas, contendo anotações pessoais de um diário do então diretor do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas –NIAID, dos Estados Unidos da América, sobre a gestão do Dr. Anthony Fauce, durante o governo democrata de John Biden e parte do atual versando sobre a pandemia de Covid -19, além de depoimentos no Congresso norte-americano e documentos oficiais lançaram luzes e esclarecimentos significativos sobre este acontecimento sanitário de dimensões mundiais, revelando contradições anunciadas em público pelo referido Diretor e o que transparecia internamente, expondo omissões, clareza científica e transparência no trato de assunto de tão alta relevância. 

É surpreendente e intrigante que tais contradições, mercê da importância internacional que possuem, não tivessem despertado, até agora, o interesse da imprensa estatizada do Brasil, sobretudo porque no nosso país transcorreram fatos que carecem de serem desmascarados e reconciliados com a verdade, fazendo-nos crer que o jornalismo brasileiro é daquele tipo estigmatizado por Honore de Balzac, no seu romance de 1843, Ilusões Perdidas, quando estigmatiza: “o jornalismo é um inferno, um abismo de iniquidades, mentiras, traições, que não se pode atravessar e de onde não se pode sair puro...”

Convocado pelo Senado dos EUA, Fauce, senhor absoluto das regras impostos em todos os países do mundo, recusou-se a responder às perguntas dos senadores, invocando cento e onze vezes a quinta emenda da Constituição norte-americana, que faculta aos depoentes responder às indagações se estas podem fazer provas contra si próprio. 

Neste vendaval de negativas, Fauce calou-se a fim de não revelar a causa que teria dado ensejo ao vírus se alastrar pelo mundo, por ele sustentada como naturais, quando na verdade confessava ser sido no laboratório chinês de Wuhan, instituição por ele financiada e, assim, iludia o mundo disseminando a ideia de que a infecção não passava de uma simples gripe, capaz de atingir apenas 0,2% da população.

Sua exagerada vaidade não o impediu de cantar loas a si próprio. Em prosaico diário seu ego revela “que não é exagero dizer que hoje ele é a pessoa mais famosa e comentada do país e uma das pessoas mais reconhecidas do mundo”.

O Presidente Trump rebelou-se, a ponto de comunicar publicamente a Fauce: “você vive me atacando. Todo mundo quer que eu te demita, mas eu não vou demitir, (...) O país não pode continuar em lockdown”. Foi este método equivocado de combater a doença que disseminou o desemprego, as falências, o medo. As escolas tiveram dois anos sem aulas, em prejuízo irreparável para a proficiência do ensino, enquanto o “doutor ciência”, como ele se denominava, acusava a todos de negacionistas e os condenava ao cancelamento mais brutal. 

Este inescrupuloso promotor do crime contra a humanidade, foi o grande defensor da vacinação em massa. Uma vacina que nasceu de poderosos laboratórios, manipulada como a salvação da lavoura. Pois bem, depoimentos dos mais qualificados médicos dos EUA e as autopsias que vem vendo realizadas naquele país atestam que 73% das mortes de Covid ocorreram em vacinados.

A restrição de protocolos precoces para o tratamento nas fases iniciais da doença, a exemplo da Hidroxicloroquina e da Ivermectina, cuja eficácia é plenamente comprovada atualmente. A adoção de vacinas experimentais de mRNA, desvelam um ambiente obscuro, no qual o médico criminoso converte-se em propagador de uma vacina temerária e que vem desencadeando um genocídio real. 

Espero tratar, em outra ocasião deste e de outro tema enunciado pelo exemplo totalitário do Dr. Fauci, segundo o qual ele é, como afirmou, o “representante da ciência” e o que isto significa para a própria ciência, na boca de todo tolo, imberbe e mal formado, que jurou acreditar nas baboseiras globalistas do médico fantasioso.

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