A verdade, nua e crua, é que até agora permanece envolta em um nevoeiro a tal conversa entre Donald Trump e Lula da Silva. O Presidente brasileiro, como sempre faz, falou sozinho e suas palavras se prestaram a interpretações que subordinam o Presidente norte-americano a ouvir as alucinações lulistas em “ingrês”, sob a forma de prosaicos relatórios.
O Presidente Trump se limitou a dizer que a longa reunião de três horas transcorreu bem. Nada mais disse ou foi-lhe perguntado.
Apelamos, então, aos principais órgãos da imprensa dos Estados Unidos. O Wall Street Journal afirmou que a reunião entre Lula e Trump ajudou a aliviar tensões entre o Brasil e os Estados Unidos após meses de crise diplomática. O jornal destacou a tentativa dos dois líderes de “reparar relações desgastadas” em meio a disputas comerciais e políticas.
A Agência Reuters distribuiu para os seus afiliados a notícia de que a reunião entre Lula e Trump foi tratada como prioridade diplomática e teve como foco reduzir tensões políticas e comerciais entre Brasil e Estados Unidos. A Agência destacou que os dois países buscaram uma relação mais pragmática, discutindo temas como tarifas, cooperação econômica, crime organizado e minerais estratégicos. Lula também negou acreditar em interferência dos EUA nas eleições brasileiras de 2026.
Segundo a Associated, os dois governos têm interesses estratégicos em jogo. Os EUA querem reduzir sua dependência da China em minerais estratégicos e o Brasil busca ampliar exportações e evitar desgastes com Washington. A Agência definiu a relação entre Lula e Trump como “complexa”, mas em melhora.
A CNN não deixou por menos. Destacou o clima positivo da reunião. A emissora chamou a atenção para o fato de a principal conversa acontecer a portas fechadas, sem acesso da imprensa – algo incomum nas reuniões de Trump no Salão Oval. Segundo fontes da CNN, a delegação brasileira evitou perguntas públicas sobre críticas passadas de Lula a Trump e sobre a influência da família Bolsonaro nas tensões entre os países.
Como se vê ninguém se lembrou de trazer à tona as palavras duras e fulminantes de Lula a respeito das políticas norte-americanas. Nem o Trump se importou com isso, afinal ele deve ter vestido a carapuça e soçobrado ao fascínio de Lula!
Lula adentrou os magníficos salões da Casa Branca seguro de que suas palavras não foram ouvidas na sede do poder mundial. Contudo, elas repercutiram lá do mesmo modo que o mundo inteiro tomou conhecimento e dimensionou a sua pequenez no mundo complexo da geopolítica.
É possível que o apedeuta tenha imaginado, em seus prosaicos devaneios, de conduzir o nosso país à guerra para impedir os EUA de devolverem a Cuba o direito de desfrutar dos bens da civilização moderna; de livrar o mundo de uma nova hecatombe de uma bomba nuclear em mãos de uma Nação que ainda se encontra envolta numa cultura bárbara; de dar as mãos a uma Venezuela que suplicava por uma força maior que lhe trouxesse de volta as liberdades e a Democracia. Foram tantas as baboseiras!
É ter uma mente ingênua e desprovida dos valores morais que dignificam a espécie humana e perpetuam a civilização cristã, acreditar que Lula passaria incólume a qualquer julgamento que não tivesse suas origens nos princípios presentes nas ditaduras e nos regimes totalitários, aos quais o presidente brasileiro associou-se definitivamente. O que Lula pratica é uma diplomacia secreta e de apaziguamento, todas elas fundadas na mentira e no fingimento.
Será que Trump não sabe que Lula até para a guerra contra os EUA está se preparando, com a convivência desabrida de seu comandante militar? Trump que ouse invadir Cuba. Ele terá de enfrentar um dos Exércitos mais equipados e bem preparados da América do Sul.
O norte-americano, travestido de nazista dos tempos atuais, fez como na canção de Nelson Sargento, que diz assim: “ele finge que ama e eu finjo que acredito”. Trump faz que não sabe de nada e deixa Lula deitar e rolar, o que prova a falência total da CIA e da inteligência da maior potência militar do mundo.
Ninguém sabe o certo o que decidiram nas três horas de conversa, mas eu, podem crer, estou muito desconfiado!



