Em se plantando, tudo dá

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Em se plantando, tudo dá

A colheita, tantas vezes anunciada pelo molusco que nos governa, e tantas vezes prorrogada, finalmente chegou neste ano de 2026. A frase de Pero Vaz de Caminha tornou-se tão evidente e futurista que a colheita, previamente semeada e adubada pelo consórcio maligno – composto pelos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário – deram seus frutos persecutórios e amargos.

No Legislativo, os presidentes das duas Casas, soterraram, com a participação dos supremos juízes, as laboriosas investigações que davam conta dos crimes cometidos por altas autoridades da República, participantes de todos os poderes constitucionais, ora contra os aposentados e pensionistas do país, ora por criminosos contumazes integrantes do crime organizado, incluindo figurões da República e até ministros da alta corte de Justiça, e finalmente uniram-se para impedir, não sei se para sempre (espero que não) os esforços da Polícia Federal e do próprio Congresso Nacional de desvendar a mais estupenda falcatrua praticada contra o sistema financeiro do país e os crimes correlatos envolvendo membros da suprema corte do país e de integrantes dos poderes republicanos.

Em síntese, tudo isso e seus detalhamentos têm ocorrido à vista de toda Nação, entorpecida pela descrença e desespero, inerte e desprotegida pelo medo e o terror que a atinge, embora novas vozes se agrupem, ainda timidamente, à Oposição resistente e corajosa.

No ar se respira o clima das grandes tempestades vindouras. Em sua rocambolesca viagem pela Europa, o casal presidencial, não esconde sua determinação em acentuar até que se expresse em algo insuportável, o agravamento da censura e o fim dos resquícios que nos resta da liberdade de expressão. “Temos que regular tudo que é digital”, fulminou Lula, revelando o seu espírito totalitário e macarthista. Insatisfeito com sua idiotia acrescenta que se julga capaz de, ele próprio, a gente em sua palavras, “dê soberania ao nosso povo” como que a soberania de uma Nação dependesse da vontade do mandatário e não fosse um valor intrínseco da Nação. 

Livre dos crimes que realmente cometeu, Lula da Silva é o beneficiário –assim como ocorreu na Venezuela – da  estratégia de eliminar qualquer candidato que possa ser vitorioso em novembro.  O STF já cuidou de desenvolver um processo contra Flávio Bolsonaro, ao cabo do qual decretaria a inegibilidade do mesmo.

O mesmo pretende estender ao possível candidato a Vice Presidente, Romeu Zema, cuja popularidade vem crescendo a olhos vistos, um processo similar. A tática de ceifar candidaturas é evidentemente uma forma ditatorial de  aplainar o caminho da ditadura vigente, visando a sua permanência no poder.

As eleições previstas há sete meses correm o sério risco de sofrerem danos irreparáveis, tal o panorama que vem sendo criado, cujos planos podem ser abortados por fatores supervenientes e desconhecidos, tem na irresponsabilidade do incendiário Lula da Silva, elementos típicos para transformar o país num caldeirão de problemas.

Primeiro, Lula incentiva o movimento dos Sem Terra a intensificar suas ações ilegais. No atual Governo federal chegamos ao número recorde de 241 invasões e só em 2026 o MST invadiu e depredou 33 propriedades privadas, instaurando um ambiente de terror e insegurança no campo. É o Abril Vermelho a todo o vapor!

Não é preciso desfiar todas as ofensas e provocações que o Presidente brasileiro, sempre de modo raivoso e desafiador, dirige ao Presidente dos EUA, Donald Trump. Sem comentar, no presente momento, tais diatribes, é impossível não dizer que elas carregam um desafio que não nos convém levar às últimas consequências, inclusive aquelas que implicaram na promessa brasileira de reagir a uma possível invasão do território cubano. Militarmente?

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