Muito se tem falado sobre as regras do Estado Teocrático do Irã a respeito das mulheres, da forma brutal e animalesca como são discriminadas, em razão dos preceitos religiosos do islamismo. Por si só, esse quadro de espoliação moral do gênero feminino já seria suficiente para levantar a repulsa dos homens e mulheres do mundo ocidental e cristão.
Uma instituição vital para qualquer civilização ou cultura é a do casamento, seja ele monogâmico ou poligâmico em suas diferentes modalidades. No mundo árabe de um modo geral, as regras xiitas existentes no Irã não são observadas.
O aiatolá Khomeini, fundador da República Islâmica do Irã, escreveu, logo após a inauguração da teocracia, um código jurídico que passou a vigorar, denominado Tahrir Al Vasilah, cuja finalidade era estabelecer as regras e as normais comportamentais de toda sociedade iraniana, baseado na sharia muçulmana, contendo na sua página 229 as regras do casamento, a serem severamente implantadas. Textualmente: as relações sexuais com uma mulher não é permitida até que ela atinja a idade de nove anos. Cuidou o santíssimo aiatolá, representante de Deus na Terra, de fazer as observações complementares. Acrescenta, então, que “não há objeção, porém, a outros tipos de prazer, como tocar de forma lasciva ou esfregar as coxas de uma menina que está sendo amamentada.”
Esta monstruosidade de que tratamos acima é a imitação do profeta Maomé. Maomé casou-se com Aisha, uma menina que interrompeu a sua puberdade com apenas seis anos e o casamento foi sexualmente consumado quando ela completou nove anos.
Tudo isso se passa perante os olhos complacentes da Organização das Nações Unidas –ONU. Criada para assegurar a paz no mundo e espalhar os direitos humanos que ela próprio propagou. A ONU tornou-se alcoviteira dos regimes totalitários, o que comprova a recente designação do Irã para compor, juntamente com Cuba e outras ditaduras, o Comitê destinado a discutir e propor políticas para os direitos humanos, incluindo os direitos das mulheres e das crianças, o desarmamento e o terrorismo. No entanto, aos berros e bem ao seu estilo, o Presidente Lula, diz que não se deve colocar a raposa no galinheiro, as raposas que ele tanto admira e apoia!
É possível aplaudir um regime que comete tamanha violência e desrespeito aos direitos fundamentais do homem, igualmente faz o esquerdismo caduco, as feministas desvairadas e toda sorte de ideologias mortas?
Bem fez o Presidente dos EUA, Donald Trump, e Israel ao impedirem que o desvario de um regime desumano tivesse em suas mãos uma arma nuclear, com a qual ameaçasse a humanidade de destruição e obediência às suas leis religiosas e tirânicas. A formidável força militar dos norte-americanos submeteram o violador dos direitos humanos à derrota e ao desmoronamento político, conferindo ao resto do mundo ocidental a continuidade de sua cultura e dos fundamentos de sua civilização.
Bem fez, igualmente, o Papa São João Paulo II, exprimindo uma coragem inaudita para afirmar: “devemos defender a verdade a todo custo, mesmo que sejamos reduzidos novamente a apenas doze”. Com estas palavras iluminadas o padre santo tocou a alma de outro sacerdote possuidor de uma consciência política que nos convoca a sustentar as lutas a que estamos desafiados. Refiro-me ao Cardeal africano Robert Sarah, dono de uma clareza esclarecedora, quando adverte: “se o cristianismo desaparecer na Europa, o mundo inteiro está ameaçado”.



