O SISTEMA SOMOS NÓS

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O SISTEMA SOMOS NÓS

Nós quem, cara pálida? Lula e sua gangue. Ele mesmo respondeu a esta pergunta claramente. Em abril deste ano ele disse, sem tirar nem botar, num destes momentos de sincericídio e senilidade: “nós nos tornamos o sistema”. Insatisfeito, emendou no mês seguinte, que “se dependesse do sistema nem a escravidão tinha sido abolida”.

O sistema procede como um cometa errante e totalitário, sempre em busca de submeter a lei vigente aos seus desígnios ou cerca-la com arremedos de suas conveniências. O espalhafatoso presidente passou os anos de sua desastrosa presidência a escochar o povo com impostos muito acima do que a nação vergastada podia enfrentar. 

O Brasil chegou à carga tributária mais alta de sua história, ao alcançar 32,4% do PIB, quase um terço de sua economia. O Imposto de Renda (IR) na fonte aumentou estratosfericamente. Os gastos públicos, contudo, cresceram na mesma proporção, gerando o maior rombo das contas públicas em décadas. Essa malfadada política fiscal reduziu o consumo das famílias e os investimentos das empresas. Lula gastou o tempo todo com promessas de futuro, enquanto punia o povo e a economia com sua ignorância e seus devaneios!

No ano eleitoral de 2026, Lula revive suas velhas e carcomidas políticas e promete mundos e fundos a uma massa sem eira nem beira, esfomeada e embrutecida pela necessidade, a que o governo lulista conduziu o país. A crise econômica dá sinais alarmantes e o projeto antidemocrático se aguça a olhos vistos.

A tática de Lula é maldosa, perversa, manipuladora. Primeiro, esmaga o cidadão, principalmente os mais pobres. Espalha o desespero. Depois, o populismo de esquerda oferece o céu e a terra para cativar o voto popular com políticas enganosas, eleitoreiras. 

Travestido de palhaço de circo, Lula promete novamente picanha e outras carnes nobres para todos, o gás de cozinha para o churrasco de domingo, mais um dia de folga por semana com o mesmo salário, o pé de meia em lugar da educação de qualidade, isenção do Imposto de Renda para os que ganham até cinco salários, linhas de crédito subsidiadas, fim do imposto das “blusinhas” por ele mesmo criado, as facilidades para o “Desenrola” para uma população de 84% de endividados pela carestia da vida, repasses bilionários para conter o preço dos combustíveis e outras mumunhas mais...Tem mais. 

Depois de vinte anos de governo petista Lula decidiu e avisou que era para valer. Vai criar um “prano” pra combater o crime organizado, inclusive já prendeu aquela “senhora” que, aos beijos e abraços afetuosos com Lula, disse à sua orgulhosa genitora que afinal “tinha vencido na vida”. Sem dúvida! E o pior vem depois de tudo isso. Lula acaba de atribuir, através de decreto (como nos tempos da ditadura militar), que caberá ao Governo e às próprias plataformas censurar as redes sociais, tal como determinara o STF. Lula criou um novo ministério: o Ministério da Verdade. Para nós, que ainda cremos nas eleições de outubro, isso representa uma onda de água fria nas nossas esperanças.

A sublevação congressual a estas aberrações, que tanto custarão à nossa estabilidade econômica e à nossa combalida Democracia, é pouco provável, pois, ainda que disponha de mecanismos legítimos para barra-las, o Congresso Nacional tem sido impedido pela suprema corte de exercer suas prerrogativas constitucionais.

George Orwell morreu sete meses depois que escreveu 1984, em Janeiro de 1950, aos 46 anos, tuberculoso, num hospital em Londres. A herança que recebemos dele nos permite ler com clareza de espírito os fatos que se sucedem nos dias de hoje.

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