POLÍTICA É O DIABO

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POLÍTICA É O DIABO

O ser humano é fundamentalmente um ser político. Sua ação política está sujeita, contudo, ao que o iluminista Immauel Kant denominou de imperativo categórico, segundo o qual o homem “age apenas numa máxima tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei universal”.

Wilson Lins, ex-deputado estadual, escritor iluminado, cuja memória é reverenciada até hoje pelos baianos, disse que “a política é o diabo”. É uma simbólica e inteligente definição da arte política, a ela incorporando as contingências do ser humano, suas astúcias, armadilhas e meneios, tal como é praticada em todo o mundo, inclusive entre nós.

Esses aspectos constitutivos da natureza humana são, na visão de Wilson Lins, pecados veniais toleráveis ao imperativo categórico, já que não implicam em crimes, senão em nuances naturais da ação política e não é difícil distinguir o que é próprio da intriga política do que é característico do crime político, tão largamente praticado no Brasil atual.

Basta consultar a concepção petista, enunciada por Dilma Rousseff, segundo a qual “para ganhar eleições o PT faz o diabo”. Esta desastrosa e imoral afirmação significa que não há limites para a prática de toda espécie de crimes eleitorais e de alianças espúrias com autoridades do sistema judiciário brasileiro.

O Presidente da República, Lula da Silva, abriu, sem cerimônia, a temporada de vigarices, tratando o cidadão eleitor como se fora um rebanho inconsciente, susceptível ao canto de sereia de suas promessas e dos crimes por ele mesmo praticados em seu desastroso governo. 

Um presidente, por mais estúpido que possa ser, não conduz o seu país a uma jogatina, não cria leis que prejudicam o seu povo. Ao cancelar, de forma abrupta e inesperada o que ele mesmo criou, confessou que não está à altura de governar uma nação de homens e mulheres livres. Imprevidente, Lula da Silva promoveu o mal das BET’s e cancelou o mal para lançar a nação a prejuízos incalculáveis, ainda que as apostas fossem um mal indesejável. 

Não foi diferente, quando este presidente no afã de escochar um povo endividado, criou o famigerado imposto das blusinhas. Ao revogar o que ele mesmo introduziu na tributação dos mais pobres, reproduziu a imprevidência que o impediu de ver o mal que causava aos que viviam daquele comércio. 

Esses disparates dão conta de que estamos sujeitos a um viciado, em que não se pode confiar. Um presidente que não tem a confiança do seu povo é, em suma, ele mesmo o mal!

Ciente de sua derrota eminente, Lula da Silva segue religiosamente o conselho de Dilma Rousseff. Até o dia das  eleições o Brasil estará, por vontade explícita do PT, nas mãos do diabo. Esgotada a tática do arrependimento dos males por ele mesmo provocados, Lula apela para benesses e prodigalidades que, seguramente, não vão seduzir os eleitores, fartos de suas mentiras.

Até Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil e tão venerada pelos brasileiros, foi alvo do seu espírito diabólico, derramando sobre a santa o veneno de suas mentiras deslavadas, a fim de iludir os seus devotos e envolve-la em suas patifarias. Ainda bem que os fiéis e os sacerdotes da Igreja Católica, tenham expulsado do templo sagrado os apostatas, que pretendem modificar as tradições milenares da Igreja fundada por São Pedro.  

Vade retro, Satanás!

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