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Abrigo investigado por agressão e tortura na Bahia foi reconhecido por políticas de proteção às mulheres

Imagem de câmera de segurança mostra momento que a presidente Elma Brito puxa cabelo, dá tapa no rosto e acorrenta adolescente

Por Da Redação
Às

Abrigo investigado por agressão e tortura na Bahia foi reconhecido por políticas de proteção às mulheres

Foto: Reprodução

A Associação Casa das Mulheres, em Jequié, no sudoeste da Bahia, local em que a presidente foi presa suspeita de tortura, na segunda-feira (23), recebeu um Selo Lilás em junho de 2025, de reconhecimento por adotar políticas de igualdade de gênero e atuação na defesa  de vítimas contra a discriminação, o assédio e a violência sexual.

A presidente Elma Vieira Brito, de 51 anos, teve o mandado de prisão temporária cumprido. Uma outra mulher, identificada como Diná Valdecine Carvalho, também foi presa após imagens da câmera de segurança mostrarem ela ajudando Elma durante uma agressão contra uma adolescente de 17 anos. 

Na gravação, a jovem é puxada pelos cabelos, recebe um tapa no rosto e é arrastada pelo chão pela presidente. Na sequência, Diná a segura e Elma acorrenta a adolescente. A agressão durou pouco mais de sete minutos. A motivação, no entanto, ainda é desconhecida. 

A investigação apura a prática dos crimes de tortura, peculato, estelionato e lavagem de capitais.

De acordo com a polícia, também foram identificados indícios de irregularidades financeiras, entre eles o possível desvio de recursos públicos e movimentações suspeitas, além da instalação de câmeras em um dos quartos, o que viola a intimidade das acolhidas. 

A Polícia Civil também autorizou o afastamento cautelar da diretoria da entidade investigada e determinou o encaminhamento das possíveis vítimas à redes de proteção social. 

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