Casa Branca admite falta de provas mas mantém suspeita sobre o árbitro Claus
O brasileiro é questionado por expulsão de jogador americano Balogun

Foto: Foto: Alexandre Battibugli
O diretor executivo da Força-Tarefa da Casa Branca para a Copa, Andrew Giuliani, admitiu nesta quarta-feira (8) que o árbitro brasileiro Raphael Claus não havia sido alvo de investigação por manipulação de resultados no Brasil, mas mantém a acusação de que o juiz é "suspeito".
Apesar do reconhecimento, o diretor sustentou a suspeita sobre o juiz após a expulsão do atacante Folarin Balogun durante a vitória dos Estados Unidos sobre a Bósnia e Herzegovina, pela fase de 16-avos de final do Mundial de 2026.
Após a partida, o presidente Donald Trump revelou ter telefonado a Gianni Infantino, presidente da Fifa, pedindo o cancelamento da punição aplicada por Claus. Trump afirmou: "Esse árbitro é um tanto suspeito se você verificar o passado dele".
Andrew faz referência à Comissão Parlamentar de Inquérito da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas, instaurada em 2024, na qual Claus foi ouvido como testemunha.


