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Corpo de “Sicário”, investigado no caso Banco Master, será enterrado neste domingo em Belo Horizonte

Luiz Phillipi Mourão atentou contra a própria vida após ser preso em operação da Polícia Federal

Por Da Redação
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Corpo de “Sicário”, investigado no caso Banco Master, será enterrado neste domingo em Belo Horizonte

Foto: Reprodução

O corpo de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, investigado no caso relacionado ao Banco Master, será velado e enterrado neste domingo em Belo Horizonte. Conhecido pelo apelido de “Sicário”, ele morreu após ter a morte encefálica confirmada na noite de sexta-feira.

De acordo com a defesa, a morte foi oficialmente declarada às 18h55, após a conclusão do protocolo médico iniciado ainda pela manhã do mesmo dia. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passou por exames de necropsia, sendo liberado para a família na tarde de sábado.

O velório está previsto para começar às 11h30, em cerimônia reservada na região oeste da capital mineira. O sepultamento deve ocorrer às 14h30, no Cemitério do Bonfim, localizado na região noroeste de Belo Horizonte.

Segundo informações da Polícia Federal, Mourão atentou contra a própria vida na quarta-feira, poucas horas após ser preso durante mais uma fase da operação que apura irregularidades envolvendo o Banco Master. Ele estava em uma cela na Superintendência da Polícia Federal, em Belo Horizonte, aguardando transferência para uma unidade prisional provisória, quando foi encontrado desacordado por agentes.

Os policiais iniciaram os primeiros procedimentos de socorro e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). No entanto, conforme informações apuradas pela CBN, o investigado teria permanecido por um período prolongado sem oxigenação no cérebro, o que dificultou a estabilização do quadro clínico pela equipe médica.

Após o ocorrido, a Polícia Federal instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias do caso. As imagens das câmeras de segurança da cela onde Mourão estava foram encaminhadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, responsável pela relatoria do processo e pela decisão que determinou a prisão do investigado.

A defesa confirmou a versão apresentada pela Polícia Federal, mas fez críticas ao tempo de resposta no atendimento prestado após o episódio.

De acordo com as investigações, Luiz Phillipi Mourão atuava como coordenador de segurança do empresário Daniel Vorcaro. Ele também é apontado como responsável pela operação de um grupo em aplicativo de mensagens chamado “A Turma”, onde, segundo apuração, teriam sido discutidas ações de intimidação contra adversários do empresário, além de supostas invasões a sistemas ligados ao Judiciário e às forças de segurança.

Ainda segundo as autoridades, Mourão possuía registros anteriores por crimes como estelionato e ameaça.

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