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Corpos de baianos mortos na Paraíba são enterrados em Morro do Chapéu

Dois dos quatro homens foram velados neste domingo (5), em Morro do Chapéu, na Chapada Diamantina

Por Da Redação
Às

Corpos de baianos mortos na Paraíba são enterrados em Morro do Chapéu

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Os corpos de dois dos quatro baianos encontrados mortos em João Pessoa, na Paraíba, foram velados neste domingo (5), no município de Morro do Chapéu, na região da Chapada Diamantina. 

Sidclei Silva, de 21 anos, e Gismario Santos, de 23, foram velados na quadra poliesportiva no bairro de Caixa D'Água, em Morro do Chapéu. Logo em seguida, os corpos foram enterrados no cemitério da cidade. Os caixões foram acompanhados por um cortejo de motociclistas e por uma multidão. 

Lucas Bispo e Cleibson Jaques, outras duas vítimas, serão enterradas na cidade de Campo Formoso, no norte da Bahia.   

Relembre o caso 

Quatro trabalhadores baianos foram encontrados mortos em uma área de mata em João pessoa, na Paraíba, na última sexta-feira (3). Eles estavam desaparecidos desde o dia 31 de março. Eles teriam se mudado para o estado havia dois meses para trabalhar em uma obra. 

As vítimas foram identificadas como

leibon Jaques, de 31 anos, de Campo Formoso;
Lucas Bispo, de Campo Formoso;
Sidclei Silva, de 21 anos, de Morro do Chapéu;
Gismario Santos, de 23 anos, de Morro do Chapéu.

Os corpos foram localizados em uma área de mata, após a denúncia de moradores de que um carro teria sido encontrado na região. O veículo foi vistoriado por policiais que identificaram sinais de sujeira e forte odor, segundo a perícia o automóvel teria sido usado para transportar os corpos. 

As vítimas eram trabalhadores da construção civil e estavam em uma casa de apoio do município de Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa, há 15 dias. 
 
Segundo a Polícia Civil da Paraíba, o carro onde os corpos estavam foi roubado e abandonado, pois ficou sem gasolina. A perícia inicial aponta que os quatro homens estavam mortos a cerca de dois dias por disparos de arma de fogo. Três deles estavam com as mãos amarradas para trás.

O desaparecimento das vítimas foi percebido pelo motorista responsável por transportar os trabalhadores até o local onde atuavam nas obras. Ao chegar na casa, o homem encontrou o local revirado e não localizou os funcionários.
    
 

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