Copa: Egito alega que foi proibido de entrar em cidade nos EUA após vencer partida
Situações parecidas ocorreram com a seleção do Irã e ábitro Omar Abdulkadir Artan, da Somália

Foto: Reprodução/ Redes Sociais
A seleção do Egito afirmou que a equipe foi proibida por autoridades dos Estados Unidos de viajar para Seattle e permanecer na cidade até a partida contra o Irã, no próximo sábado (27), às 0h, pela última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo.
O roteiro logístico da seleção egípcia era ir de Vancouver, onde venceu a Nova Zelândia por 3x1, direto para Seattle. Porém, as autoridades dos Estados Unidos rejeitaram o pedido da delegação.
O técnico da equipe afirmou que a equipe faria a viagem até Seattle para proteger as condições físicas e mentais dos atletas durante a preparação. "Queríamos viajar diretamente para Seattle por causa dos constantes deslocamentos antes do confronto com o Irã", afirmou o comandante.
Veja comunicado da Associação Egípcia de Futebol:
Ibrahim Hassan, técnico da seleção nacional do Egito, confirma que as autoridades de segurança rejeitaram o pedido para a equipe permanecer na cidade de Seattle, conforme o planejado após a partida contra a Nova Zelândia na Copa do Mundo, e, portanto, a delegação da equipe retornará à cidade de Spokane. Ibrahim Hassan acrescenta que a equipe queria viajar diretamente para Seattle para proteger os jogadores do estresse das viagens devido ao grande número de movimentações, em preparação para o jogo contra o Irã, mas, após a situação de segurança, a delegação da seleção egípcia retornará a Spokane".
O caso é mais um capítulo em relação a incidentes com delegações nos EUA. A seleção do Irã já foi alvo de proibições para entrar e sair do país norte-americano, para cumprir os compromissos pela fase de grupos.
Outra situação parecida ocorreu com o árbitro Omar Abdulkadir Artan, da Somália. Ele foi impedido de entrar no país pelas autoridades de imigração para apitar os jogos para os quais havia sido escalado.


