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Especialista explica como a sobrecarga emocional, a autopressão e os padrões inconscientes têm levado mulheres ao limite!

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Por Michel Telles
Às

Especialista explica como a sobrecarga emocional, a autopressão e os padrões inconscientes têm levado mulheres ao limite!

Foto: Divulgação

A sensação de estar sempre cansada, sobrecarregada e emocionalmente exausta tem se tornado cada vez mais comum entre as mulheres, inclusive aquelas que, aparentemente, “dão conta de tudo”. Trabalho, casa, relações, autocuidado e a cobrança constante por desempenho criam um cenário de esgotamento silencioso.
Segundo a psicóloga e PhD internacional em Psicologia Clínica e da Saúde, Dra. Ajurymar Santtos, esse fenômeno vai além da rotina intensa ou exaustiva. Um dos pontos centrais desse esgotamento está na repetição de padrões familiares e culturais que são internalizados desde cedo. Muitas mulheres são, de forma direta ou sutil, ensinadas a ocupar o lugar de quem cuida, acolhe e sustenta o outro, frequentemente deixando a si mesmas em segundo plano. Com o tempo, esse padrão deixa de ser percebido como escolha e passa a funcionar de maneira automática, como uma exigência interna.

“Existe uma construção cultural muito forte da mulher que prioriza o outro e só olha para si se ‘sobrar tempo’. Isso não vem apenas da rotina atual, mas de aprendizados emocionais antigos, muitas vezes herdados da própria dinâmica familiar e ancestral”, explica a especialista. Nesse contexto, a atuação terapêutica que integra psicologia científica e abordagens da psicologia profunda se torna essencial. Enquanto a psicologia baseada em evidências oferece compreensão estruturada sobre comportamento, emoções e funcionamento mental, a psicologia profunda permite acessar camadas mais inconscientes, como padrões repetitivos, conflitos internos e marcas emocionais que não são imediatamente visíveis.

“Não basta apenas entender o que está acontecendo no presente. É preciso acessar a origem desses padrões, dar significado a essas experiências e integrar emocionalmente essas vivências. É nesse ponto que a terapia se torna mais efetiva e transformadora”, destaca. Essa integração possibilita que a mulher reconheça seus próprios limites, ressignifique o lugar que ocupa nas relações e construa formas mais saudáveis de se posicionar, sem a culpa e a sobrecarga que antes pareciam inevitáveis.

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