Ex-deputado ataca Flávio Bolsonaro e o chama de 'pessoa extremamente pornográfica'

Foto: Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
O ex-deputado federal Julian Lemos não poupou críticas ao senador Flávio Bolsonaro (PL) durante entrevista ao programa Frente a Frente, exibida nesta segunda-feira (2). Na ocasião, ele afirmou que o anunciado filme Dark Horse é uma "farsa" e que a produção não existe.
"Não existe filme! Não existe Dark Horse! Não vai aparecer filme! Se quebrasse o sigilo de Flávio, a primeira coisa que aconteceria seria a destruição da própria família dele. O casamento dele não segurava. Porque o Flávio, além de ser um corrupto natural, é muito baixo, um gangster mesmo. É uma pessoa extremamente pornográfica, sujo", criticou o ex-parlamentar.
Segundo Julian Lemos, o projeto cinematográfico serviu apenas como fachada. "Fizeram um trailer, algumas gravações aqui e acolá. Eu fui o primeiro a falar, e agora todo mundo está comentando. Começou a vazar que não existe filme e que Flávio é sócio oculto de casas de apostas (bets). Ele é sócio em umas três", declarou.
O ex-deputado fez ainda uma série de acusações sobre o patrimônio e a conduta de Flávio Bolsonaro. "O avião do Willer Tomaz em que ele andou é dele também. Ele lavou muito dinheiro em escritório de advocacia, mas muito mesmo! Comprou uma mansão praticamente na época da campanha e colocou no nome de um dos seus coordenadores — um que trabalhou no governo de Jair Bolsonaro e foi demitido após pegar um avião da Europa para outro lugar. Ele é uma pessoa que não tem limites", afirmou.
Julian Lemos também traçou um perfil comparativo entre os membros da família Bolsonaro, classificando o senador como calculista.
"Eu já tinha traçado o perfil de Carlos Bolsonaro e do pai, e o de Flávio é esse aí. Ele não é o Bolsonaro moderado; é o Bolsonaro, entre aspas, 'charmoso', igual a um gangster ou a um psicopata. Não existe psicopata explosivo, ele é frio. O riso dele é de uma pessoa cínica, que sente necessidade de mentir e enganar, mesmo quando não precisa. Flávio mentiu 45 vezes durante a campanha", concluiu.


