Ex-jogador Piá, investigado por fraude em apostas, é preso em Sumaré após fugir da polícia
Prisão ocorreu por volta das 21h, em Sumaré (SP), nesta segunda-feira (2)

Foto: Reprodução/EPTV
O ex-jogador de futebol Reginaldo Rivelino Jandoso, conhecido como Piá, de 52 anos, foi preso na noite de segunda-feira (2) em Sumaré (SP). Ele tinha um mandado de prisão em aberto por um processo de fraude em apostas. Essa é a quinta vez que Piá é detido. Ele é um dos ídolos da Ponte Preta e teve passagens pelos times Inter de Limeira, Santos e Corinthians.
A prisão ocorreu por volta das 21h, na Rua Romilda Tomazin Borro, no Condomínio Real Park, durante patrulhamento do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep). A corporação informou que os policiais avistaram um VW Polo e suspeitaram do motorista, que era o único ocupante do carro e tentou mudar de direção ao ver a viatura.
A equipe do Baep emitiu sinais sonoros e luminosos para realizar a abordagem, mas o ex-jogador tentou fugir e quebrou a cancela do condomínio. Na abordagem, nenhum material ilícito foi encontrado com ele. Para a polícia, Piá afirmou que fugiu porque era procurado pela Justiça. Ele foi levado ao plantão policial de Sumaré e permaneceu preso.
Atualmente, o ex-jogador trabalha como empresário de atletas desde o fim de 2023. Por meio de nota, a defesa do ex-jogador informou que o mandado de prisão em aberto se refere a um caso de 2018. Piá foi condenado a 2 anos, 8 meses e 20 dias em regime fechado pela 3° Vara Criminal de Limeira.
"Desde a instauração da ação penal não houve cometimento de fato criminal novo, Reginaldo encontra-se perfeitamente integrado ao convívio social, trabalha na gestão de atletas de futebol, trabalha com crianças carentes em um projeto social da região, é pai de uma menina de 6 anos, possui comorbidades que exigem tratamento especial constante", diz a nota.
Piá já foi preso quatro vezes por furto a caixa eletrônico e já cumpriu duas sentenças: uma de 1 ano e 4 meses de reclusão em regime aberto (agosto de 2016) e outra de 2 anos de reclusão, sendo 1 ano e 7 meses em regime fechado e o restante em regime semiaberto.


