Facções criminosas do Rio usam grupos de WhatsApp para comércio de armamentos e drogas
Os vendedores publicam fotos, vídeos, especificações do armamento e até disponibilidade de entrega imediata

Foto: Reprodução
Um espaço virtual utilizado para negociar móveis, eletrônicos e objetos usados passou a ser alvo do crime organizado. Integrantes de facções criminosas do Rio de Janeiro como Comando Vermelho (CV) e Terceiro Comando Puro (TCP) têm utilizado grupos de WhatsApp para anunciar e comercializar armamentos de guerra, drogas, veículos roubados e outros produtos ilícitos.
Entre os anúncios analisados pela coluna Na Mira, do Metrópoles, está a oferta de um fuzil Parafal, colocado à venda por R$ 165 mil, um AR-10, anunciado por R$ 80 mil, além de uma pistola Taurus, oferecida por R$ 15 mil.
Os vendedores publicam fotos, vídeos, especificações do armamento e até informações sobre a disponibilidade de entrega imediata. O contato é feito diretamente pelo aplicativo.
O grupo ainda é utilizado para o anúncio da venda de celulares roubados, motocicletas, automóveis furtados e drogas.
Veja algumas ofertas





