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Família de Alexandre de Moraes processa Alessandro Vieira por associação ao PCC; senador nega declaração

Ação judicial pede que parlamentar seja condenado a pagar R$ 60 mil em indenização por danos morais

Por Da Redação
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Família de Alexandre de Moraes processa Alessandro Vieira por associação ao PCC; senador nega declaração

Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE

A advogada Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ingressou com ação judicial contra o senador Alessandro Vieira (MDB), relator da CPI do Crime Organizado, com acusação de injúria e difamação. O processo pede que o parlamentar seja condenado a pagar R$ 60 mil em danos morais à esposa de Moraes, e aos filhos do casal, Giuliana e Alexandre Barci de Moraes. 

Segundo a petição, a família do ministro afirma que o senador os acusou, durante uma entrevista, de receberem dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC). 

“O réu afirmou (Vieira), publicamente, que os Autores (família de Moraes) teriam recebido valores provenientes do crime organizado, especificamente da facção criminosa PCC. O fato imputado na abjeta manifestação do Réu é absolutamente fraudulento e sua aptidão para violar a honra e a imagem dos Autores é de mera constatação", diz trecho da ação.  

Alguns trechos da entrevista são transcritos no processo. No primeiro, Vieira diz: “(…) já é muito evidente que você tenha ali (no Banco Master) uma aparente lavanderia, o uso de vários fundos em cadeia para que se faça uma lavagem de dinheiro de diversas origens. Você tem apurações em andamento que apontam a chegada de recursos do PCC, uma organização criminosa violenta, você tem indicativos de pagamento a autoridades de diversos poderes, servidores públicos de carreira, políticos, eventualmente pessoas ligadas ao judiciário". 

Em outra fala, Vieira afirma: "a gente tem informações que apontam circulação de recursos entre esse grupo criminoso e familiares dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes”.  

Por meio das redes sociais, o parlamentar confirmou o recebimento da carta de citação. Segundo ele, a declaração pela qual está sendo processado não existe e que, quando citou o grupo criminoso, estava se referindo ao Banco Master.

“Eu não disse isso. Em nenhum momento. Isso está gravado, está filmado. O que eu disse, repito, é provado: que eles receberam sim, cerca de R$ 80 milhões do Banco Master, que hoje nós sabemos que era um grupo criminoso. Essa é a verdade dos fatos. A intimidação, a tentativa de através de processos constranger não vai parar o nosso trabalho, que é um trabalho que é feito no interesse dos brasileiro, que merecem viver num país onde a lei seja igual para todos", disse o senador. 

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