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“Filho de pedreiro não quer mais ser pedreiro”, diz CEO sobre escassez de mão de obra na construção civil

Declaração foi feita por Luciano Amaral, da Benx, em entrevista à coluna Painel, da Folha de S.Paulo

Por Da Redação
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“Filho de pedreiro não quer mais ser pedreiro”, diz CEO sobre escassez de mão de obra na construção civil

Foto: José Paulo Lacerda/CNI

O CEO da Benx, Luciano Amaral, afirmou que a construção civil enfrenta um cenário crescente de escassez de mão de obra qualificada no Brasil. A declaração foi dada em entrevista à coluna Painel, da Folha de S.Paulo, ao analisar os impactos dessa falta de profissionais no ritmo das obras e no futuro do setor.

Segundo o executivo, a dificuldade de reposição da força de trabalho tem relação direta com uma mudança geracional nas escolhas profissionais. “O filho do pedreiro não quer mais ser pedreiro, o filho do mestre não quer mais ser mestre”, afirmou.

Amaral destacou que a construção civil deixou de ser uma opção atrativa para muitos jovens, que passaram a buscar atividades com menor esforço físico ou com maior flexibilidade de jornada. De acordo com ele, esse movimento já afeta diretamente o cronograma de empreendimentos e pode pressionar custos no médio prazo.

“O setor está crescendo, tem demanda, tem obra, mas falta gente para trabalhar”, disse o executivo na entrevista.

Como alternativa, empresas do segmento têm buscado soluções tecnológicas e novos métodos construtivos para reduzir a dependência da mão de obra tradicional nos canteiros. Entre as estratégias estão a industrialização de etapas da obra e a adoção de processos mais automatizados.

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