Happy new year 2024! Saiba as tendências que vem aí...

Confira a coluna da semana de Adriano Sampaio

[Happy new year 2024! Saiba as tendências que vem aí...]

FOTO: Freepik

Menos é mais. O mundo mudou mais uma vez, ser cult é consumir com responsabilidade social, ambiental e cada vez menos. Armários menores, peças de roupa “Coringa” (que combina com tudo), a cor preta lidera com folga o ranking, aumenta a aderência do casual wear, poucos pares de calçados (2 para os homens é o suficiente) e a palavra de ordem é compartilhar. Aquisição por cotas toma conta, do imobiliário à bike, roupas, games, assinaturas. Compra compartilhada vira febre, do compartilhamento de voos em jatinhos fretados, embarcações, equipamentos domésticos, epidemias de clubes em todos os setores da economia (Pra tudo que você imaginar).

O investimento será na experiência, a arte de experimentar se faz valer mesmo sendo mais cara, um jantar no local excepcional, um entretenimento lúdico, voos panorâmicos, esportes radicais... por sinal a própria vida será colocada mais em risco. Já as viagens assumem a primeira colocação disparada no ranking dos desejos. 

A jornada de compra é híbrida, mas quase 100% digital. O e-commerce cresce ainda, e a venda se torna mais digital, omnichannel total, venda por todos os cantos e formas, as estratégias de social selling aumentarão substancialmente. O mix dos shoppings sofrerão mudanças drásticas, os serviços invadem superando os produtos em market share. As lojas se reposicionam se transformando em showrooms de experiência ao cliente, desde teste de produtos, desfiles, personal stylist, estúdios fotográficos, havendo um forte incremento em aparatos tecnológicos, cenográficos com foco em tornar uma experiência indelével.

Web 3.0. A internet avança não apenas nos volumes dos dados, mas em sua descentralização das informações e na maior privacidade dos usuários. O cliente vem sendo cada vez mais assediado, e a melhor forma de conquistar esse usuário de internet é respeita-lo com privacidade dos dados, segurança cibernética, tecnologias de ponta como Blockchain, pois o futuro é que ela seja independente de governos e até mesmo de grandes empresas do ramo. A ideia é que ela pertença ao próprio usuário assim como acontece com as criptomoedas e as NFT’s.

Haverá também uma exacerbada multiplicação das plataformas, a Meta, Amazon, Twitter, Tik Tok e Google dividirá de maneira proporcional esse mercado com outros players. E chegará muita gente nova na área, novos atores da tecnologia... e pra surpresa de muitos, brasileiros e indianos ocuparão mais espaço.

A inteligência artificial fortalecerá o soft skills. O investimento em torno da IA é global, não tem volta e está no B2B2C. Não existe bicho papão, o ser humano se adequa a tudo, e cada dia mais rápido. Na verdade, a aprendizagem em máquina veio para tirar o homem do submundo da escravidão do trabalho, ressignificando sua forma de trabalhar, de ver o mundo e otimizando sua jornada de vida aqui na terra. Agora, a IA generativa coloca o poder de criar e automatizar de forma inteligente a experiência do cliente. Portanto, seremos mais artistas de nós mesmos e os bons artesãos serão altamente bem remunerados.

As empresas investirão cada vez mais no desenvolvimento e nutrição de competências e atributos como inteligência emocional, comunicação, resolução de problemas interpessoais, estratégia de alto nível e liderança inovadora. 

Enfim, se preparem para a personalização em escala, principalmente no varejo; a consultorização, onde todas as empresas comercializarão sua própria inteligência de dados, e o elixir da experiência do cliente, será um baita “Uauuu!!!” em cada fase em sua jornada de compra. Até terça-feira que vem...axé!


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