Justiça dos EUA nega pedido do governo brasileiro e estende prazo para Rumble e Trump Media responderem ação contra Moraes
Com a decisão, registrada pela juíza Mary S. Scriven, as empresas possuem até o dia 14 de julho para se manifestarem

Foto: Antonio Augusto/STF
A Justiça dos Estados Unidos rejeitou um pedido do governo brasileiro e concedeu mais uma semana para que as empresas Rumble e Trump Media, a última ligada ao presidente Donald Trump, apresentem suas manifestações na ação contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Com a decisão, registrada pela juíza Mary S. Scriven, as empresas possuem até o dia 14 de julho para se manifestarem.
A medida contraria uma solicitação da Advocacia-Geral da União (AGU), que pedia que a Justiça dos EUA ordenasse às empresas que respondessem ao processo até a terça-feira (7).
Em junho deste ano, a Justiça dos Estados Unidos negou uma solicitação da Rumble e Trump Media para que o magistrado brasileiro fosse declarado em revelia no processo. Além disso, a juíza Mary S. Scriven também autorizou a entrada do Brasil no caso e adiou a análise de um pedido da AGU para finalizar a ação.
A ação apresentada pelas plataformas Rumble e Trump Media questiona decisões atribuídas a Alexandre de Moraes relacionadas à suspensão de perfis de brasileiros residentes nos EUA. Entre os citados está o blogueiro Allan dos Santos.


