Marketing: a ciência por trás do LinkedIn por Ederson Dé Manoel

Poucas pessoas entenderam a importância do LinkedIn e como ele de fato funciona

[Marketing: a ciência por trás do LinkedIn  por Ederson Dé Manoel]

FOTO: Divulgação

Poucas pessoas entenderam a importância do LinkedIn e como ele de fato funciona.

Talvez estejam perdendo a chance do momento em gerar centenas de oportunidades de negócios ou até mesmo de crescimento profissional. O momento é agora!

Atualmente, o LinkedIn se tornou a maior rede social para negócios do mundo. Já são mais de 700 milhões de usuários, sendo 44 milhões somente no Brasil. Durante a pandemia, foi a rede social que mais cresceu, com aproximadamente 2 milhões de publicações diárias.

Em um único dia, 3 milhões de conteúdos são compartilhados, o que significa que existem mais pessoas distribuindo do que produzindo conteúdo. Além disso, 80% dos usuários do LinkedIn são tomadores de decisão, consequentemente são aqueles que ocupam cargos de liderança dentro de suas empresas, como coordenador, gerente, diretor, presidente e CEO. 

É importante ressaltar que 93% dos profissionais de marketing preferem a plataforma para gerar negócios. Existe uma ciência por trás do LinkedIn, como cientista de marketing, pude fazer experimentos e desenhar novas estratégias. Comprometido em descobrir ferramentas que aprimorem o desempenho de clientes, de como fazer mais rápido, mais barato e com mais eficiência, entregando o melhor resultado.

Nesse contexto, ter conhecimento sobre a mecânica de funcionamento da plataforma é o caminho para conexões de sucesso. Esse foi meu objeto de estudos durante anos, com a finalidade de descobrir o que funciona efetivamente, não considerando somente a quantidade de conexões do usuário na rede. E como qualquer ciência que se baseia na pesquisa, é preciso se questionar:

Quais são as melhores ferramentas?

Quais são os melhores horários?

Qual o melhor tipo de publicação?

Como abordar uma pessoa?

Como fazer um Pitch Comercial dentro do LinkedIn? 

Partindo desses questionamentos, quais são os aprendizados que se solidificam?

Seguindo essa lógica, a resposta se deu através de um trabalho vertical no LinkedIn que parte de três pilares. São eles, construção de autoridade, prospecção e venda. Através dessa perspectiva de discurso, podemos refletir:

1) O que é importante para a construção de autoridade?

2) Qual conteúdo funciona melhor?

3) Só texto? Se sim, que tipo de texto (texto com emoji, texto com vídeo, texto com imagem)?

4) Só imagem? Imagem com texto na própria imagem?

5) Somente vídeo? Vídeo longo, vídeo curto, stories?

Os estudos científicos de marketing foram capazes de trazer entendimento do que pode funcionar dentro da plataforma para a construção de autoridade. Como fazer uma boa conexão? Como descrever um bom perfil? Como fazer uma revisão completa de mais de 40 itens? Entre outras dúvidas frequentes.

Quando estamos construindo um perfil, não só o idealizamos visualmente, como também absorvemos informações para o subconsciente, o nosso cérebro. Isso faz com que as pessoas que acessam o seu perfil, sintam uma sensação de autoridade e domínio sobre a área na qual você está tentando se destacar dentro da plataforma.

Após a conclusão das bases para a construção de autoridade, podemos partir para o próximo passo, a prospecção. Como prospectar uma pessoa dentro do LinkedIn? Como fazer uma conexão exata, uma boa conexão com alguém? Onde buscar pessoas para se conectar? Quais grupos participar? Qual a abordagem funciona melhor? Qual mensagem você não deve usar? Qual é a frequência correta? O conjunto dessas questões somado às ferramentas de monitoramento de conversas, podem ajudar na realização de boas prospecções.

Por fim, há a etapa final, a monetização desses Leads, a venda. Como fazer o Pitch de venda? Como automatizar o processo de prospecção, relacionamento e venda? Refletir essas questões faz parte de um processo científico de criação e análise de dados, que surgiu a partir de um comportamento de inconformidade e busca de formas diferentes e mais efetivas de fazer os negócios acontecerem.

Afinal, o que é ciência senão o conhecimento que explica os fenômenos, obedecendo às leis que foram verificadas por métodos experimentais. Nesse sentido, a observação sobre o LinkedIn demonstra que há uma dinâmica muito própria de se trabalhar lá dentro. A forma de atuação na plataforma é única e poucas pessoas perceberam isso. O LinkedIn é um ambiente que não segue a forma tradicional de abordagem, criação de relacionamento com as pessoas e produção de conteúdo. Estamos falando de relações humanas, de como fazer amigos e influenciar pessoas. É a partir disso, que se criam situações para negócios dentro do ambiente digital.

Os estudos científicos mostram que quando você entende a dinâmica do LinkedIn, de como construir a audiência e como construir relevância para essa audiência, você descobre que na verdade os resultados não estão associados a quantidade de números que possui, de seguidores e de conexões. Quando você realmente compreende a lógica da plataforma, o jogo muda e os negócios começam de fato acontecer.                               

*Ederson Dé Manoel é Growth Hacker especialista em LinkedIn e Lead Generation. Pós-graduado em Marketing pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), atualmente dedica-se à projetos de Data Marketing, Growth Hacking e Gestão de Experimentos de Marketing Científico. Já atendeu clientes como Google, Corinthians, Vogue, Netshoes, Faber Castell, Cerveja Proibida, entre outras marcas.


Comentários

Relacionadas

Veja Também

[Ator Rodrigo Hilbert estreia série de aventuras com o Bronco Sport]

A série de três filmes poderá ser vista no Youtube da Ford e também no Instagram da marca e de Rodrigo Hilbert  

Fique Informado!!

Deixe seu email para receber as últimas notícia do dia!