Ministério Público apura esquema de venda ilegal de Wi-Fi em presídio de Salvador
Segundo o órgão, os principais suspeitos de cometer as irregularidades são os policiais penais do próprio presídio

Foto: Divulgação/GOVBA
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) abriu um inquérito civil para investigar a suposta comercialização ilegal de rede de Wi-Fi no Complexo Penitenciário de Salvador.
Segundo o órgão, os principais suspeitos de cometer as irregularidades são os policiais penais do próprio presídio, que estariam supostamente cobrando dos detentos o acesso à internet.
A investigação segue em curso desde abril deste ano, quando o MP-BA instaurou um Procedimento Preparatório para apurar a possível exploração econômica da rede de interne privada instalada dentro da unidade prisional.
O MP fixou um prazo para que a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap-BA) se manifeste sobre as suspeitas e requereu diligências administrativas para identificar os operadores da rede, o fluxo financeiro e a eventual participação de terceiros ou custodiados.
O inquérito é conduzido pela promotora Nivia de Carvalho Andrade, titular da Promotoria de Justiça de Proteção da Moralidade Administrativa e do Patrimônio Público.


