Nove deputados investigados no STF declaram aumento de R$ 33,9 milhões em bens no TSE, diz site
Valor é a soma do aumento patrimonial de todos os parlamentares envolvidos em supostos desvios e fraudes

Foto: Senado Federal/Divulgação
Nove deputados federais investigados em processos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de desvio de emendas e cota parlamentar tiveram, juntos, um aumento patrimonial de R$ 33,9 milhões. A comparação foi feita ente o declarado Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na última eleição e na deste ano. A informação é do UOL.
A Polícia Federal apura supostos desvios e fraudes em operações registradas entre os anos de 2020 e 2026. Os casos tramitam no STF devido ao foro privilegiado dos parlamentares.
Os investigados são Carlos Jordy (PL-RJ); Dal Barreto (União Brasil-BA); Elmar Nascimento (União Brasil-BA); Félix Mendonça Júnior (PDT-BA); Fernando Coelho Filho (União Brasil-PE); Júnior Mano (PSB-CE); Juscelino Filho (União Brasil-MA); Pastor Gil (PL-MA); Sóstenes Cavalcante (PL-RJ).
A maioria é candidato à reeleição, com exceção de Mano, que disputa como suplente de senador, e Jordy, que mira uma vaga no Senado pelo Rio.
O maior aumento em bens é de Fernando Coelho Filho. Os valores em bens declarados ultrapassaram de R$ 3,7 milhões, em 2022, para R$ 17,1 milhões neste ano. Uma diferença de R$ 13,3 milhões, representando um crescimento de 362%.
Confira os valores abaixo



