• Home/
  • Notícias/
  • Justiça/
  • PF investiga se dados usados para emitir alertas falsos de 'misantropia' foram obtidos na deepweb ou fóruns de hackers

PF investiga se dados usados para emitir alertas falsos de 'misantropia' foram obtidos na deepweb ou fóruns de hackers

Uma das credenciais utilizadas na invasão pertence a um ex-bombeiro do Pará

Por Da Redação
Às

PF investiga se dados usados para emitir alertas falsos de 'misantropia' foram obtidos na deepweb ou fóruns de hackers

Foto: Arquivo/Farol da Bahia | Reprodução/Fabio Souto/ Pexels

A Polícia Federal revelou que uma das contas envolvidas na emissão de alertas falsos de 'misantropia' para diversas capitais brasileiras pertence a um ex-bombeiro do Pará. Durante as investigações, a corporação tenta identificar se os dados utilizados durante o ataque cibernético foram obtidos na deepweb ou em fóruns de hackers.

O caso é conduzido pela Diretoria de Repressão aos Crimes Cibernéticos (Dciber), especializada em ataques cibernéticos a órgãos públicos. O departamento busca, além de identificar os responsáveis, reforçar a segurança digital.

Investigadores da Polícia Federal avaliam se as credenciais utilizadas durante a emissão dos alertas falsos foram repassados na deepweb ou em fóruns de discussões de hackers e buscam pelos responsáveis.

Um documento do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional sobre "incidente de segurança" foi enviado ao diretor da Dciber, o delegado da PF Otávio Russo. No ofício, é pontuado que a invasão pode ter ocorrido por contas de agentes da Defesa Civil do Pará.

Segundo a PF, a Dciber possui uma coordenadoria exclusiva para apurar crimes considerados de alta tecnologia. O departamento, inclusive, é apontado como responsável pelas investigações do ataque ao sistema Pix, que resultou em um desvio de mais de R$ 1 bilhão, segundo estimativas dos investigadores.

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie:[email protected]
*Os comentários podem levar até 1 minutos para serem exibidos

Faça seu comentário