Pietra Bertolazzi compara fãs do grupo BTS com Nazistas: "A fila mudou de década e de alvo"
Em vídeo publicado nas redes, a influenciadora confirmou a divulgação dos seus dados pelos fãs, que também a filiaram ao Partido dos Trabalhadores

Foto: Reprodução/ redes sociais
A influenciadora digital Pietra Bertolazzi voltou a comentar sobre a polêmica com a legião de fãs do grupo sul-coreano de K-Pop BTS. Ela postou, nesta quinta-feira (30), um vídeo nas redes sociais se pronunciando contra os ataques virtuais promovidos pelo fã-clube.
“Um exército de adolescentes bandidos que se escondem atrás da tela do computador”, disse Pietra em um trecho do pronunciamento. A influenciadora ainda acrescenta que está sendo perseguida por acreditar em valores como "família e cristianismo”.
Em outro momento do vídeo, a influenciadora comparou as ações dos fãs do BTS com a perseguição do Partido Nazista contra os católicos na década de 1940.
“Quando as pessoas viram o nazismo crescer em 1940 e não fizeram nada, sofreram consequências definitivas dessa omissão. Levaram o vizinho católico, conservador, empresário, e você não se incomodou. A fila mudou de década e de alvo, mas ela continua andando. O nazismo não tomou a Alemanha em uma noite. Foi uma narrativa repetida por anos", disse.
Em tom irônico, Pietra pediu desculpas por chamar os cantores do BTS de "afeminados" e disse que era preciso muita "virilidade" para reunir um exército de 400 milhões de pessoas. Após isso, ela fez comparações dos fãs ao cristianismo e à história bíblica de Jesus. Pietra ainda afirmou que irá tomar medidas judiciais cabíveis por conta dos ataques.
“É uma sociedade de valores invertidos. Esse é o maior exército de fãs do planeta, mas não é nem de perto o maior fandom da história: tem um homem que, sem clipe, sem coreografia, sem show, esgotou e, sem redes sociais, arrebanhou bilhões de seguidores ao longo dos últimos 2000 anos e continua arrebanhando milhões em cada canto do mundo”.


