Prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Júnior Marabá recebe título de cidadão baiano
Natural do estado de goías o político comanda a prefeitura de Luis Eduardo Magalhães.

Foto: Reprodução/Redes Sociais
Nesta sexta-feira (10), a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) concedeu o Título de Cidadão Baiano a Ondumar Ferreira Borges Júnior, conhecido popularmente, na região oeste, como Júnior Marabá, prefeito de Luís Eduardo Magalhães. Aprovada por unanimidade dos pares, a honraria foi proposta pelo deputado Antonio Henrique Júnior (PV), que não pôde comparecer à cerimônia e solicitou ao colega, deputado Nelson Leal (PP), que conduzisse a sessão especial em homenagem ao gestor municipal.
Júnior Marabá ingressou no Plenário Orlando Spínola acompanhado do deputado Paulo Câmara (PL) e da esposa, Cinthya Marabá. Após a execução do Hino Nacional, Nelson Leal leu uma mensagem de saudação ao homenageado, enviada pela presidente da ALBA, deputada Ivana Bastos.
“O Título de Cidadão Baiano é um reconhecimento reservado àqueles que constroem, com trabalho e compromisso, uma relação verdadeira com a Bahia e com o seu povo”, destacou Ivana Bastos.
“Os 63 deputados e deputadas desta Casa, não importando ideologia, cor ou partido, entregam a cidadania plena a um homem que personifica o desenvolvimento econômico e social de uma enorme parte do território baiano”, frisouNelson Leal que presidiu a sessão.
Ele destacou também as ações do prefeito Júnior Marabá, que está à frente da gestão desde 2021, com avanços significativos nas áreas de infraestrutura, segurança e educação.
Bacharel em Direito, o jovem prefeito, nascido em 23 de agosto de 1990, recebeu com emoção o título honorífico concedido pela Casa Legislativa. Ele agradeceu ao deputado Antonio Henrique Júnior e recordou passagens marcantes de sua trajetória política, iniciada em 2014, após um trágico acidente de carro que vitimou seus pais, Ondumar Ferreira Borges e Maria Borges, na BR-349, em Correntina.
O prefeito salientou que, com o passar dos anos, em uma terra onde conviviam gaúchos e baianos, foi se sentindo pertencente a Luís Eduardo Magalhães e à Bahia: “Hoje, quando a Assembleia me concede este título, sinto que a Bahia me acolhe, me abraça. Ao chegar aqui, ainda criança, só comia pequi; depois aprendi a comer cuscuz, mocotó e dobradinha, vivenciando essa diversidade cultural e social tão rica do nosso país, que também deve ser respeitada na política. E a mensagem que temos de passar adiante é de acolhimento, amor e carinho”, afirmou.


