Repórter da Band tem morte confirmada após acidente que também vitimou cinegrafista; família doará órgãos
Morte encefálica da repórter foi confirmada na quinta-feira (16)

Foto: Reprodução/Redes Sociais
A família de Alice Ribeiro, de 35 anos, repórter que morreu na quinta-feira (16) após acidente na BR-381, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, decidiu doar os órgãos da jornalista para transplante, após confirmação de morte encefálica.
O processo de recolhimento dos órgãos teve início durante a madrugada. Serão doados rins, pâncreas, fígado e córneas da jornalista. O coração dela não poderá ser transplantado por questões clínicas.
A repórter teve morte encefálica confirmada ainda na quinta-feira. Ela havia sido internada em estado grave no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, na capital mineira. Conforme divulgado pela emissora, a morte encefálica foi confirmada após exames que evidenciaram perda irreversível das funções cerebrais. Ela permanecia em coma na UTI, com traumatismo craniano e múltiplas fraturas.
Além de Alice Ribeiro, o acidente também vitimou o cinegrafista Rodrigo Lapa, de 49 anos, que morreu no local em que o veículo em que ambos estavam colidiu com um caminhão.
Por meio de nota, a Band lamentou a morte da jornalista. "A Band Minas, em luto, lamenta a partida precoce de Alice e afirma que está prestando toda a assistência à família da repórter", informou a emissora.


