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"Responsável pelo maior apagão que existiu nos hospitais federais do Rio de Janeiro", afirma Padilha sobre família Bolsonaro

Declaração responde proposta de reformulação do SUS feita pelo senador e pré-candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ)

Por Da Redação
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"Responsável pelo maior apagão que existiu nos hospitais federais do Rio de Janeiro", afirma Padilha sobre família Bolsonaro

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil | Carolina Antunes/PR

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta sexta-feira (27) que a gestão do governo Jair Bolsonaro (PL) foi a responsável por um "apagão" no setor da pasta, em especial durante a pandemia de Covid-19. A declaração foi realizada em resposta à proposta de reformulação do Sistema Único de Saúde (SUS) feita pelo senador e pré-candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

"Cai na real, Flávio Bolsonaro. Quem é você ou qualquer membro dessa família para vir falar sobre saúde? É responsável pelo maior apagão que existiu nos hospitais federais do Rio de Janeiro", afirmou Padilha. 

Segundo o ministro, "ninguém esquece da postura da família Bolsonaro durante a pandemia, de fazer chacota de quem estava morrendo, negar o atendimento às pessoas".

Segundo informações da CNN, para o seu programa de governo, Flávio Bolsonaro planeja uma reformulação no SUS, o chamado "Plano Real da Saúde". A ideia é alterar o financiamento para o atendimento da população e valorizar categorias profissionais.

Avanços na saúde

À CNN, Padilha apresentou dados sobre os avanços na saúde durante o governo Lula (PT). Em 2025, o Brasil registrou um recorde de 14,8 milhões de cirurgias eletivas feitas pelo SUS. Segundo o ministro, o número representa um aumento de 40% em comparação ao governo Bolsonaro.

"Chegamos em 2025 com o recorde do número de leitos plenos de internação no SUS. Chegamos a 316 mil leitos, são 7 mil leitos a mais do que foi deixado pelo clã Bolsonaro", disse.

Além disso, Padilha destacou a reestruturação dos hospitais federais do Rio de Janeiro, ressaltando parcerias com a Prefeitura, o Grupo Hospitalar Conceição e a Fiocruz. O ministro também citou a entrega do novo Hospital Cardoso Fontes, a previsão de entrega do Hospital da Andaraí em março e a reformulação do Hospital Federal de Bonsucesso.

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